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Bastidores

Taxa de IMI – Imposto Municipal sobre Imóveis no BarreiroMantem 0,7 por cento para prédios urbanos no ano 2013

O IMI terá a taxa de 0.4 nos casos de prédios urbanos do CIMI, e 0.7 por cento para prédios urbanos.
As propostas da CMB foram aprovadas, hoje à noite, na reunião da Assembleia Municipal do Barreiro, com os votos favoráveis do PCP/CDU e PS, a abstenção do PSD e voto contra do BE.

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Taxa de IMI – Imposto Municipal sobre Imóveis no Barreiro Mantem 0,7 por cento para prédios urbanos no ano 2013

Por Jornal Rostos

Na reunião da Assembleia Municipal do Barreiro, realizada esta noite, foi apreciada a proposta da Câmara de “Taxa do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), a cobrar no ano 2013”.
Carlos Moreira, vereador responsável pela área das Finanças apresentou as propostas de IMI seguir a mesma politica do ano anterior, nomeadamente as minorações para áreas onde se façam requalificações e majorações em prédios degradados, devolutos ou em ruínas, nas Zonas do Barreiro Velho, Lavradio, e outras áreas antigas do concelho.
A proposta de Derrama tal como no ano 2012 será de 1.5 %, não afectando os sujeitos com volume de negócio 150 mil, tendo em conta portanto os micro e pequenos empresários. O IMI terá a taxa de 0.4 nos casos de prédios urbanos do CIMI, e 0.7 por cento para prédios urbanos.

Recomendação do BE não se enquadra no ponto da ordem de trabalhos

O Bloco de Esquerda apresentou uma recomendação que não foi considerada para discussão,
Bruno Vitorino, PSD, recordou que a ordem de trabalhos era sobre a proposta da Câmara que sendo essa que deveria ser analisada.
Na sua opinião, debater a recomendação do BE, seria abrir um precedente, que no futuro poderia dar origem a criar um ponto antes da ordem do dia em qualquer ponto da ordem de trabalhos.
Frederico Pereira, considerou que a recomendação do BE não se enquadrava no ponto da ordem de trabalhos.
Rui Ferrugem, deu a conhecer a posição da Comissão de Administração e Finanças da Assembleia Municipal.

Estamos a caminhar para os 8,4 milhões de euros

Isidro Heitor, PS, sugeriu que fossem apresentados os valores recebidos do IMI, dado são divulgados os valores da Derrama.
“Estamos a falar de um imposto com impacto significativo na vida das pessoas” – referiu.
“Estamos a caminhar para os 8,4 milhões de euros” – salientou o deputado socialista.
Referiu Isidro Heitor, que o PS considera o impacto directo do imposto e o que é necessário para sustentar a vida do município, perspectivando a necessidade de ser prestado serviço de qualidade, dado que os munícipes estão a pagar os seus impostos.

Não sofreu alterações na última década

Rui Ferrugem, CDU, referiu que a proposta da Câmara não sofreu alterações na última década, admitiu que na proposta falta a quantificação.
Salientou que foram cobrados 5 milhões e 20 mil euros de IMI, sem considerar a recepção da segunda parcela, pelo que o valor total deverá rondar a casa dos 7 milhões.
Recordou que 5% do IMI ficam retidos de imediato para o Poder Central.

Tem existido uma evolução muito grande da receita do IMI

Humberto Candeias, do Bloco de Esquerda, considerou que a discussão do IMI merecia uma discussão mais aprofundada, referindo a concordância de impostos no património, e expressando que deveria ser corrigida a injustiça de serem cobrados impostos às pessoas que têm as suas casas para residir, devendo este imposto incidir também nos Bancos que são quem detém a hipoteca dos imóveis.
Interrogou a Câmara se estudou cenários dos impactos na vida local e analisar as hipóteses de baixar o IMI, dado que tem existido uma evolução muito grande da receita do IMI.

PSD defende criação de incentivos para prédios devolutos ou degradados

Hugo Cruz, PSD, recordou a evolução positiva do IMI, o que não acontece coma Derrama, e salientou que as reavaliações dos imóveis vai ter impacto nas receitas.
Defendeu a existência de um sistema de incentivos, para prédios degradados ou devolutos, porque a majoração parece não ser a melhor solução.
Bruno Vitorino, PSD, sublinhou que a majoração pode estar a criar situações de injustiça e de um drama para alguns proprietários de prédios degradados ou devolutos.

Redução de IMI tinha impacto nas receitas do município

Carlos Moreira, vereador da área das Finanças, esclareceu que no ano 2012 a Câmara Municipal do Barreiro deverá receber de IMI pouco menos que recebido em 2011.
Sobre o estudo de redução de valores do IMI, referiu que foram efectuados, mas, concluiu-se que uma redução das taxas teria um impacto na descida das receitas do município.
Salientou que a autarquia não vai aumentar os impostos, apenas vai manter os valores,

IMI Aprovado com a abstenção do PSD e voto contra do BE

A proposta da Câmara Municipal do Barreiro de manter a taxa de IMI – Imposto Municipal sobre Imóveis em 0,7 por cento para prédios urbanos, e nos casos de prédios urbanos do CIMI, a taxa é fixada nos 0,4 por cento, foi aprovada com os votos favoráveis do PCP/CDU e PS, abstenção do PSD e voto contra do BE.
O Bloco de Esquerda em declaração de voto sublinhou que o seu voto contra tinha por base a inexistência de um estudo que permitisse a viabilidade de ser reduzido o IMI dada a situação das famílias.

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