Derrama no ano 2012 no Barreiro será de 1.5 %Os sujeitos com volume de negócio 150 mil euros não são afectados

Por Jornal Rostos
Na reunião da Assembleia Municipal do Barreiro, realizada ontem à noite, foi apreciada a proposta de Derrama.
Carlos Moreira, vereador responsável pela área das Finanças apresentou a proposta de Derrama, sublinhando que tal como no ano 2012 será de 1.5 % no ano de 2013.
Salientou que a derrama não irá afectar sujeitos com volume de negócio 150 mil, tendo em conta portanto os micro e pequenos empresários.
Isenção da Derrama para empresas com receitas menos de 150 mil euros é uma medida positiva
Isidro Heitor, PS, referiu a concordância com a proposta de Derrama apresentada pela Câmara, sublinhando que está por provar que uma baixa de derrama seja um atractivo para as empresas.
Recordou que a isenção da Derrama para empresas com receitas menos de 150 mil euros é uma medida positiva.
Rui Ferrugem, PCP/CDU, salientou que não se encontram criticas de empresas ou empresários sobre o valor da Derrama nas suas actividades.
Hugo Cruz, PSD, recordou que a receita da derrama é diminuta devido à situação das empresas, mas devia ser utilizada como uma referência estratégica para captação de investimentos, associada a outras medidas, nomeadamente a criação de uma Agência de Desenvolvimento. “A Derrama não pode ser encarada só por si” – sublinhou.
Derrama não tema nada a ver com a Agência de Desenvolvimento Local
Humberto Candeias, BE; recordou que era útil utilizar as hipóteses que a Lei permite para que se atingissem objectivos estratégicos, mas perante o actual período de crise o que se verifica é o encerramento das empresas encerram.
João Pintassilgo, sublinhou que a autarquia subestima aspectos diversos, como a criação de uma Agência de Desenvolvimento, onde a derrama seria um instrumento de estratégia.
Rui Ferrugem, PCP/CDU, salientou que a Derrama não tema nada a ver com a Agência de Desenvolvimento Local, e questionou sobre as responsabilidades do Central na fixação do IRC.













