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Bastidores

Operação de loteamento na Azeda-Nova Sintra em Setúbal

A Câmara Municipal de Setúbal aprovou ontem, em reunião pública, a minuta de um contrato de obras de urbanização a celebrar com a empresa Casvil no âmbito de uma operação de loteamento na Azeda-Nova Sintra.

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Operação de loteamento na Azeda-Nova Sintra em Setúbal

Por Jornal Rostos

O contrato, numa área de 164.300 metros quadrados, próxima de uma das principais entradas de Setúbal, propriedade da Casvil – Sociedade Comercial de Representações, envolve um conjunto de obras, a realizar faseadamente, num investimento global de 8 milhões, 261 mil e 154,95 euros.

Aquele esforço financeiro, a assumir pela Casvil, materializa um conjunto de ações urbanísticas de valorização, modernização e recuperação de vários equipamentos do loteamento Nova Sintra e zona envolvente, indispensáveis à implementação do projeto.

“Atendendo a que a presente operação de loteamento implicaria uma sobrecarga incomportável para as infraestruturas existentes, a sociedade promotora disponibilizou-se a assegurar a elaboração de projetos e a realização dos trabalhos necessários ao licenciamento da operação urbanística”, indica a deliberação camarária.

A parte de investimento respeitante a intervenções de reforço e reformulação das infraestruturas gerais da área de urbanização é de 2 milhões, 902 mil e 184,23 euros, envolvendo diversos trabalhos de beneficiação da rede viária e sistemas de saneamento.

A reestruturação do nó de interseção do final da A12 com a Avenida Antero de Quental, com a construção de uma rotunda de grandes dimensões, é uma das alterações mais visíveis a realizar em infraestruturas viárias.

Para a Avenida Antero de Quental, alvo de trabalhos de reperfilamento, assim como na Rua Nova Sintra, está igualmente programada a demolição e reconstrução do viaduto sobre a referida avenida e a criação dos respetivos muros de contenção de terras.

Nesta fase de obras está também prevista a construção de uma conduta adutora de ligação Farol da Azeda – Pinheirinhos elevado – 1.ª fase e a criação de um coletor dos Ciprestes, para recolha de águas residuais domésticas.

Tendo em conta que estas obras são “indispensáveis à funcionalidade e unicidade da operação urbanística de loteamento a desenvolver” e por isso executadas e custeadas pela Casvil, há lugar à redução integral das taxas pela realização, manutenção e reforço das infraestruturas urbanísticas.

Em operações de urbanização, igualmente da responsabilidade da promotora do projeto, o investimento é de 5 milhões, 358 mil e 970,72 euros, a desenvolver em várias fases.

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