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Bastidores

«É fundamental e necessário promover (dentro e fora do Concelho) a frente ribeirinha do Barreiro»afirma Presidente da Câmara

Na opinião do Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, é fundamental e necessário promover (dentro e fora do Concelho) a frente ribeirinha do Barreiro.
“Quero afirmar que mais uma vez, in loco, pudemos constatar que ela tem potencialidades não só do ponto de vista paisagístico, ambiental, mas também do ponto de vista cultural, desportivo, lúdico e até económico” - sublinhou o autarca no decorrer de uma visita à zona ribeirinha.

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«É fundamental e necessário promover (dentro e fora do Concelho) a frente ribeirinha do Barreiro» afirma Presidente da Câmara

Por Jornal Rostos

No âmbito da linha de ação estratégica a que o novo Executivo Municipal convencionou chamar «Barreiro de Todos. Barreiro com Todos», a frente ribeirinha do Concelho do Barreiro foi percorrida na manhã de sábado, 9 de novembro, pelo Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, Carlos Humberto de Carvalho, e pelos vereadores com pelouro, Sofia Martins, Regina Janeiro, Rui Lopo e Sónia Lobo. No caso das praias estuarinas da Barra-a-Barra e Ponta da Passadeira, Clube Naval e Bico do Mexilhoeiro, bem como Alburrica, Copacabana e Sapal do Rio Coina esta visita veio reconfirmar o imenso potencial existente.

Contextualizando mais uma iniciativa «Barreiro de Todos. Barreiro com Todos», Carlos Humberto de Carvalho explicou que o contacto com os agentes sociais, económicos e culturais é imprescindível tendo em conta que o Barreiro “é sempre uma construção de toda a gente e em particular das pessoas que de forma organizada intervêm na sociedade. Hoje, em concreto, estamos a fazer um conjunto de contactos com a nossa frente ribeirinha e com aspetos relacionados com os corredores ecológicos do Barreiro e com a Reserva Natural Local (RNL) que integra as áreas do Sapal do Rio Coina e a Mata Nacional da Machada. Um dos grandes patrimónios que temos, para além das pessoas e do nosso passado histórico, é a nossa extraordinária frente ribeirinha”.

A frente do Concelho tem de ser o Rio
Na opinião do Presidente da Câmara, é fundamental e necessário promover (dentro e fora do Concelho) a frente ribeirinha do Barreiro. “Quero afirmar que mais uma vez, in loco, pudemos constatar que ela tem potencialidades não só do ponto de vista paisagístico, ambiental, mas também do ponto de vista cultural, desportivo, lúdico e até económico”. Desta forma, disse querer continuar a intervir no sentido de recuperar este património e voltar o Concelho para os rios. “A frente do Concelho tem de ser o rio. E é isso que estamos a fazer”, reafirmou.
A este respeito recordou a grande intervenção já realizada em Alburrica, e as intervenções em curso na zona do Barreiro Antigo. De acordo com o Presidente “estamos a trabalhar para concluir, até dezembro, os trabalhos ainda em falta em Alburrica (Passadiço até aos moinhos) nos largos da Igreja Nossa Senhora do Rosário, na Avenida Bento Gonçalves e na Rua Miguel Pais”.

A curto/médio prazo, o Autarca salientou a importância de ver avançar a consolidação da muralha, existente na Avenida Bento Gonçalves, até ao Clube Naval, e terminar as obras necessárias na zona do Polis. Sobre este assunto disse esperar que em final de 2014, início de 2015 isso venha a acontecer até porque “decidimos executar as garantias bancárias e vamos substituir-nos ao loteador de forma a concretizar vários aspetos previstos na obra”.

Resumindo e salientando a importância de trazer a Frente Ribeirinha para o centro do Barreiro – aproximando a frente do centro –, Carlos Humberto de Carvalho esclareceu que é preciso preparar o território para facilitar a deslocação das pessoas, seja de forma pedonal ou de forma ciclável.
“Temos uma visão integrada, o IMPAR – Iniciativa Municipal Programada das Áreas Ribeirinhas, que procura ter uma visão global, articulada e sustentada destas frentes ribeirinhas. Naturalmente que não conseguimos fazer tudo no mesmo ano, mas vamos fazendo. Temos um objetivo, sabemos o que queremos e vamos aos poucos construindo e intervindo. Sempre em diálogo permanente com as populações, com os agentes associativos, culturais e económicos, etc”.

Fonte - CMB

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