Almada - Barreiro - SeixalDistrital de Setúbal do PSD defende novo plano estratégico para o Arco Ribeirinho Sul
O presidente da distrital de Setúbal dos sociais democratas, refere que foram foram pedidas estas audiências de modo a sensibilizar os governantes para a importância de se definir um novo plano estratégico para o Arco Ribeirinho Sul.

Por Jornal Rostos
Distrital de Setúbal do PSD quer novo plano estratégico para o Arco Ribeirinho Sul
A Distrital de Setúbal do PSD solicitou reuniões a vários membros do Governo, incluindo a ministra das Finanças e o ministro do Ambiente, para pedir a definição dum novo modelo de desenvolvimento para os antigos territórios industriais da Margueira (Almada), Siderurgia Nacional (Seixal) e Quimiparque (Barreiro).
No início do mandato, o Governo extinguiu a sociedade ARS, transferindo as suas competências para a empresa Baia do Tejo. O projeto Arco Ribeirinho Sul previa e assentava no avanço de mega infraestruturas como a terceira travessia do Tejo e o novo aeroporto na margem sul, elementos que estruturavam toda a operacionalização do projecto.
O presidente da distrital e deputado Bruno Vitorino explica que foram pedidas estas audiências de modo a sensibilizar os governantes para a importância de se definir um novo plano estratégico para o Arco Ribeirinho Sul, assente em novas realidades e em novos pressupostos, projetos exequíveis que garantam a sua efetiva concretização.
“Não faz sentido continuar a insistir num plano, cujos pressupostos foram alterados. Não há condições para construir esses mega investimentos no curto prazo, nem é sensato continuar a apostar em sustentabilidades financeiras assentes no imobiliário. O que faz sentido para rentabilizar aqueles territórios é mudar o paradigma, apostar na captação de investimento e atração de empresas. Para isso, precisamos duma nova estratégia, integrada mas exequível, que tenha em conta as novas realidades nacionais e que obrigue todos os Ministérios e entidades públicas a
coordenarem-se melhor, a olharem para aquele território como um todo, partilhando os mesmos objetivos”, sublinha.
Bruno Vitorino destaca o trabalho que tem sido feito no terreno ao nível da resolução dos passivos ambientais e da promoção do território.
“A questão que está em cima da mesa da possibilidade daqueles territórios receberem atividade portuária é também fator importante e que obriga à definição duma nova estratégia e abordagem global”, acrescenta.
O dirigente social-democrata acredita que este projeto pode potenciar territórios em três concelhos, que representam cerca de 5 por cento da população a nível nacional.
“São mil hectares às portas de Lisboa. É uma oportunidade perdida se não tivermos uma visão estratégica para estes territórios. É necessário que o Arco Ribeirinho Sul seja um plano integrado, voltado para o desenvolvimento económico que pode e deve potenciar o futuro da região e do país”, observa.
“Pela sua história e pelo seu ADN e pelo seu potencial, os territórios do Arco Ribeirinho Sul são fundamentais no processo de reindustrialização de Portugal”, acrescenta Bruno Vitorino.
08 de Abril de 2014
Fonte - PSD













