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Bastidores

Marco António Costa no Barreiro»Não podemos ter partidos políticos que se furtam por todos os meios»

"Este é um novo tempo de responsabilidade política e não podemos ter partidos políticos que se furtam por todos os meios, em especial com receio de serem prejudicados eleitoralmente, a procurar encontrar consensos e diálogo social, entre o maior partido da oposição, que foge ao diálogo, e os partidos que têm responsabilidade na governação do país", afirmou Marco António Costa na Conferência “Melhor Portugal – Mais Indústria. Melhor Economia. Mais Emprego” no Barreiro.

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Marco António Costa no Barreiro »Não podemos ter partidos políticos que se furtam por todos os meios»

Por Jornal Rostos

O Vice-Presidente e Coordenador Político do PSD acusou na segunda-feira, dia 21 de Abril, o partido da oposição de se “furtar” ao diálogo com receio de ser prejudicado nas eleições: "Este é um novo tempo de responsabilidade política e não podemos ter partidos políticos que se furtam por todos os meios, em especial com receio de serem prejudicados eleitoralmente, a procurar encontrar consensos e diálogo social, entre o maior partido da oposição, que foge ao diálogo, e os partidos que têm responsabilidade na governação do país", afirmou Marco António Costa na Conferência “Melhor Portugal – Mais Indústria. Melhor Economia. Mais Emprego” no Barreiro (Setúbal).

O PS tem sido "constantemente convidado" a perspectivar o futuro com os partidos do Governo. "Existem dois partidos que são os esteios da estabilidade política do país e têm convidado permanente o maior partido da oposição para se associar a essa estabilidade e perspectivar o futuro com estabilidade e confiança", disse.
"O ponto de partida foi um país que foi deixado próximo do abismo e que tinha recursos de 300 a 800 milhões de euros, que davam para o país funcionar alguns dias. Em Abril de 2011 a taxa de juro da emissão da dívida a 10 anos era de 10,89%", assegurou.

Hoje o país tem cerca de 19 mil milhões de euros e que paga 3,89% de juros. "Isto mostra o trabalho percorrido e que podemos olhar para o futuro com confiança. 2014 é um ano de transição entre três anos muito difíceis e um futuro que queremos muito distinto".

O responsável do PSD destacou também a necessidade de se encontrar uma política de rendimentos que garanta uma estabilidade aos portugueses no futuro, defendendo um diálogo com os parceiros sociais.
"Tem que se projectar uma política de rendimentos que garanta aos portugueses uma perspectiva com estabilidade da sua situação de rendimentos. O salário mínimo nacional é muito importante ser tratado, mas mais que isso precisamos de uma política de rendimentos, para que os portugueses saibam o que têm pela frente", afirmou.

Fonte - PSD

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