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Bastidores

João Noronha, Coordenador Distrital de Setúbal do PPMEsquerdas do nosso País defendem um referendo em Espanha, mas em Portugal já não sentem a mesma necessidade

João Noronha vice-presidente do PPM condena a rejeição por parte da presidente do Parlamento regional dos Açores (Ana Luis) acerca da iniciativa do Presidente do partido e deputado Paulo Estêvão, recomendando à Assembleia da República: "que promovesse as alterações constitucionais necessárias para que o povo português se possa pronunciar, através de referendo, sobre a forma de governo (republicana ou monárquica) do Estado Português".

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João Noronha, Coordenador Distrital de Setúbal do PPM Esquerdas do nosso País defendem um referendo em Espanha, mas em Portugal já não sentem a mesma necessidade

Por Jornal Rostos

“Julgamos ser uma censura política feita ao projeto de resolução do partido e na atual situação em que tudo é inconstitucional, desde referendar o regime, passando pela recomendação a alteração das normas constitucionais, a pergunta que fazemos é: como podemos fazer? Sentimo-nos ultrajados por um regime que não respeita a Democracia e que passados 40 anos de vigência continua a não permitir referendar o regime.
Por outro lado ficamos incrédulos quando várias esquerdas do nosso País defendem um referendo em Espanha, mas em Portugal já não sentem a mesma necessidade. Tal como já foi referido pelo presidente do meu partido, Paulo Estêvão: “Veja-se que é possível referendar, cumpridos os trâmites constitucionais respetivos, a monarquia espanhola, dinamarquesa ou holandesa.
Em Portugal, não é possível referendar o regime, tal como sucede na Coreia do Norte ou na China”. Começamos a ficar preocupados mas não vamos baixar os braços, até porque é de conhecimento geral, que grande parte da população Portuguesa concorda com a realização de um referendo.”

Fonte - PPM

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