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Bastidores

Catarina Marcelino deputada PS SetúbalQuestiona Ministro a Saúde sobre rutura nas urgências do Hospital do Barreiro

Hoje, na Audição ao Ministro da Saúde na Assembleia da República a Deputada Catarina Marcelino questionou o Ministro da Saúde sobre a situação dos Centros Hospitalares da Península de Setúbal e sobre os atrasos na construção do Centro de Saúde de Sines.

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Catarina Marcelino deputada PS Setúbal Questiona Ministro a Saúde sobre rutura nas urgências do Hospital do Barreiro

Por Jornal Rostos

A Deputada demonstrou preocupação sobre a rutura nas urgências do Hospital Nossa Senhora do Rosário no Barreiro, no dia 29 de Setembro, por incapacidade de resposta ao internamento de doentes. Situação que se deve à diminuição de camas no Centro Hospitalar Montijo/Barreiro o que leva a que muitos doentes se mantenham nas urgências dias e por vezes uma semana, à espera de cama nas enfermarias.
Catarina Marcelino fez ainda referência ao Hospital Garcia de Orta, à falta de profissionais de saúde neste Hospital e aos tempos de espera para consultas de especialidade, nomeadamente neurocirurgia com 1 ano de espera e dermatologia com 2 anos de espera, que classificou de inadmissível.
Relativamente à Península de Setúbal a Deputada questionou o Ministro sobre a possibilidade de colocação de médicos e enfermeiros, uma vez que o Ministro anunciou que em janeiro de 2015 irá proceder à colocação de 1700 médicos e outros tantos enfermeiros no SNS.
No final da sua intervenção questionou o Ministro sobre a consignação e início da obra do novo Centro de Saúde de Sines num terreno cedido pela Câmara Municipal, que tem verbas do QREN aprovadas desde 2011 para 50% do financiamento, que corresponde a 2,8 Milhões de Euros e cujo processo administrativo está terminado à meses, à espera de luz verde do Ministério das Finanças.
Ainda nesta matéria a Deputada conjuntamente com os demais Deputados do PS eleitos pelo Circulo eleitoral de Setúbal, remeteram uma pergunta ao Ministro a questionar sobre esta matéria uma vez que o Secretário de Estado da Saúde referiu na audição que a obra tinha que estar terminada, impreterivelmente, em Julho de 2015.

Fonte - PS

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