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Bastidores

JSD Regional de SetúbalCartaz inauguradao em Almada relembra governos socialistas

A JSD Regional de Setúbal refere em nota de imprensa que inaugurou ontem, - "dia em que se iniciou o Congresso do Partido Socialista" um cartaz que pretende - "relembrar as más governações dos últimos governos socialistas".

"Apesar da pesada herança, Portugal está a conseguir dar a volta e os resultados estão a aparecer. Estão lançados os pilares da agenda reformista do PSD que a JSD apoiou activamente na campanha de 2011 - esta não é a hora de voltar atrás" - sublinha a JSD.

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JSD Regional de Setúbal Cartaz inauguradao em Almada relembra governos socialistas

Por Jornal Rostos

Em 2011 o país estava à beira da bancarrôta

Na inauguração do Outdoor, o Presidente da Comissão Política Regional da JSD, numa intervenção, referiu que – “em 2011 o país estava à beira da bancarrôta, refira-se pela 3a vez com governações do Partido Socialista - este governo herdou o pior défice da nossa democracia (-11%). Agora apresenta o défice mais pequeno dos últimos 40 anos (desde 1975), com a economia de novo a crescer a 1,5% (acima da média europeia) e tem credibilidade internacional como o comprovam as taxas de juro mais baixas de sempre - curiosamente a última queda acentuada foi com a prisão preventiva do último Primeiro Ministro socialista em Évora”.

Falência do Estado arrastou a Economia Privada

“A balança comercial corrente chegou a pesar negativamente -11% do PIB e apresenta agora pelo 2º ano consecutivo resultados positivos acima de 3%. Cortou-se 26 milhões/ano nas despesas com pessoal e automóveis nos ministérios.” – sublinhou o líder regional da JSD.
“Pagámos caro a má gestão mas sobretudo o modelo socialista que ancorou a economia privada a um estado lento, pesado e manipulador. A prova disso foi que a quase falência do Estado arrastou a Economia Privada levando a taxas de desemprego de mais de 17% e na população jovem 4 em cada 10 jovens estava desempregado. Criámos durante 10 anos uma economia dependente com pouca capacidade de adaptação e inovação” – acresecentou.

Um Estado gerido por bons políticos e maus estadistas

“Hoje estamos a recuperar, lenta mas sustentadamente e pelos resultados do INE, no espaço de um ano, temos quase mais 69 mil portugueses empregados e uma taxa de desemprego a cair sistematicamente há 2 anos - 13%.
O sr. Costa e o sr.Sócrates que me perdoem, mas eu não quero continuar a depender de um Estado gerido por bons políticos e maus estadistas” – afirmou o Presidente da Comissão Política Regional da JSD.
“A minha geração não quer o assistencialismo socialista, não quer os Magalhães, as falsas Novas Oportunidades, o ataque à liberdade de imprensa, não quer a promiscuidade entre os negócios e a política - as empresas que cresceram à custa do OE, das autoestradas desnecessárias enquanto a minha geração e a dos meus pais ficava sem as reformas para as quais descontamos.
Chega de nos tentarem subornar com o nosso próprio dinheiro – a nossa geração merece melhor” – sublinhou.

Reduziu a dívida pública em 11 mil milhões

“Sinceramente, concordo com todos os que dizem que o nível de impostos em Portugal roça o confisco, mas essa situação foi provocada pelos Gastos dos governos anteriores - que estão hoje a ser pagos - e é para evitar uma situação permanente que o nosso Governo de direita reduziu a dívida pública em 11 mil milhões mesmo com um aumento de quase 5 mil milhões na protecção aos que mais precisam, reduziu o IRC em 2% e enquanto tenta mudar mentalidades no sistema de educação ajuda ainda muitos jovens que, com a crise deixaram de estudar, a retomar o ensino.
Portugal está a mudar, mas não podia mudar de um dia para o outro. Muito menos quando o PS nos deixou o país com autonomia reduzida e uma dívida gigantesca para pagar atrasando o projecto reformista de libertação das amarras do Estado com que o PSD se comprometeu” – referiu.

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