«O distrito de Setúbal tem sido dos mais prejudicados pelo atual Governo»acusam, deputados do Partido Socialista
. construção de vias rodoviárias tardam em ser construídas

Por Jornal Rostos
“Quando é que serão retomadas as obras, que ainda se encontram por concluir, relativas aos lanços do IP8/A26?; qual será o prazo para conclusão das mesmas?; quando é que se iniciam os trabalhos de reabilitação do troço do IC 1 Alcácer do Sal/Grândola? qual é o prazo para a execução dessas obras? e está prevista a abertura de novo concurso para a reformulação da ligação ao Lousal – IC 1?” são as perguntas que encerram o documento enviado ao Governo.
De facto, os eleitos referem “na verdade, constata-se facilmente que, também do ponto de vista rodoviário, o distrito foi abandonado pelo atual Governo.
Continuamos a assistir a constantes retrocessos, hesitações e adiamentos de construção de infraestruturas rodoviárias, que se encontram planeadas, algumas já iniciadas, mas que nunca mais são concluídas.
Pudemos mesmo assistir a alguns casos, como aconteceu com a construção dos troços do IP8/A26 e a requalificação do IP2 (Sines – Beja), em que as obras foram canceladas por determinação da Estradas de Portugal, S. A. após ter celebrado um acordo com a subconcessionária em claro prejuízo das populações e autarquias.
No caso do IC 1, entre Alcácer e Grândola, o Governo chegou mesmo a dar instruções para a suspensão das obras, com as mesmas já suspensas, ilibando a concessionária e prejudicando, de forma clara, as populações, mantendo as vias degradadas, em condições inaceitáveis, colocando em risco a segurança de todos os utilizadores.
No caso do Nó do Lousal, e já após a publicação em Diário da República do respetivo procedimento concursal, optaram por anular o processo evocando que a intervenção tinha deixado de ser prioritária, contrariando os anseios das populações.”
Eurídice Pereira, deputada da Comissão Parlamentar de Economia e Obras Pública, acresenta “constatamos da parte deste Governo uma maior preocupação com as concessionárias do que com as populações, com o crescimento económico e com o desenvolvimento do país, continuando a discriminar as populações e dificultando o seu acesso à mobilidade rodoviária em segurança.
Em vez que resolver os problemas de circulação rodoviária, o Governo preferiu os anúncios constantes de que as obras iriam recomeçar, ou iniciar-se, mas continuamos a assistir a uma total inércia no cumprimento das obrigações com as populações.”, remata
De acordo com as informações prestadas , dizem os deputados que “sobre esses problemas já haviam sido colocadas questões - nº 1003/2014, de 12 de fevereiro e nº 2225/2014, de 3 agosto – que, até ao momento, não mereceram respostas por parte do Governo.” . A insistência junto do Ministro da Economia no sentido de verem respondidas as questões que se arrastam sem resultados resulta , sendo Eurídice Pereira, da “necessidade de fazer ver ao Governo que não é aceitável que , durante toda uma legislatura, não haja resposta para um caso que seja”.
Fonte - PS













