Da Península de Setúbal sairão mais de 40 autocarrosFretado barco da Soflusa que parte às 13h45 do terminal do Barreiro
. Marcha Nacional «A força do povo»
Só da Península de Setúbal saírão mais de 40 autocarros, com partidas de todas as freguesias, e foi fretado um barco da Soflusa exclusivamente para este efeito, que parte às 13h45 do terminal rodo-ferro-fluvial do Barreiro.

Por Jornal Rostos
A Marcha do próximo sábado pode e deve constituir um momento de mobilização de todos quantos têm sido atingidos nos seus direitos e dignidade pela política de direita; de todos quantos não se conformam com o rumo de exploração e empobrecimento a que querem condenar o Pais, de todos quantos querem condenar o actual governo e a sua maioria; de todos quantos lutaram e lutam em defesa dos serviços públicos, pelos direitos à saúde e à educação, ao emprego, ao salário,à pensão de reforma, aos apoios às crianças e jovens; de todos os que dão valor ao trabalho, honestidade e competência e não aceitam a corrupção e a degradação do País; de todos quantos não se conformam com a vergonhosa submissão externa do País e não aceitam que seja a senhora Merkel ou o directório de potências da União Europeia a ditar a política nacional.
Muito para lá da CDU, dos militantes e activistas dos partidos que a integram, dos milhares de homens e mulheres sem filiação partidária que intervêm na Coligação Democrática Unitária, a Marcha será um momento de convergência dos trabalhadores e do povo, de afirmação de confiança num Portugal com futuro.
Pelas centenas de milhares de contactos estabelecidos em todo o país, pela forma e diversidade das linhas de mobilização em curso, pelas dezenas de milhares de homens, mulheres e jovens já confirmados, pela presença garantida de milhares de participantes sem filiação partidária, entre eles dezenas de personalidades que já fizeram questão de apoiar publicamente e apelar à participação na Marcha, estão criadas as condições para que a Marcha Nacional no próximo dia 6 de Junho seja uma poderosa afirmação da força do povo, uma histórica jornada de afirmação de ruptura com a política de direita e de exigência de uma política alternativa patriótica e de esquerda.
Num momento em que os partidos da troika nacional – PS , PSD e CDS - se reúnem para definirem e tornarem públicas as suas estratégias para que, com esta ou aquela diferença de estilo ou ritmo prosseguirem as linhas fundamentais que conduziram o País ao declínio,a adesão e participação na Marcha Nacional assume-se como um poderoso sinal de condenação para todos aqueles que, no plano nacional e internacional, têm submetido Portugal ao empobrecimento e ao declínio.
O PCP apela aos democratas e patriotas para que convirjam, se mobilizem e mobilizem outros, se juntem aos militantes comunistas, ecologistas e tantos outros sem filiação partidária, numa grande demonstração de indignação e protesto, mas acima de tudo numa grandiosa afirmação da Força do Povo, das soluções para o País e que está nas suas próprias mãos a concretização de um Portugal com futuro, vinculado aos valores de Abril.
O Gabinete de Imprensa da DORS do PCP













