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Bastidores

APG/GNR solidária com agente da PSP ferido na MoitaExigimos o reconhecimento como profissão de risco

A Associação dos Profissionais da Guarda – APG/GNR teve conhecimento que um agente da PSP foi agredido e ferido com uma arma branca na passada sexta-feira, na sequência de uma desordem pública, nas Festas do Vale da Amoreira, no concelho da Moita.

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APG/GNR solidária com agente da PSP ferido na Moita Exigimos o reconhecimento como profissão de risco

Por Jornal Rostos

A APG/GNR desde já demonstra a sua total e incondicional solidariedade com o agente ferido, tendo já tido oportunidade de o fazer presencialmente, com a presença de uma delegação que foi visitar o colega.

Lamentavelmente esta situação não é única e multiplicam-se os casos de agressões a agentes da autoridade,
tornando-se cada vez mais banais e raramente resultando em consequências para quem as pratica.

A APG/GNR, numa altura em que estão a ser discutidas alterações aos Estatutos da PSP e da GNR, alerta para a necessidade de, uma vez por todas, as forças de segurança ficarem definitivamente classificadas como profissão de risco e desgaste rápido.

É inadmissível que o Governo português não reconheça o risco inerente a esta profissão, que trate as forças de segurança como os demais funcionários públicos, como se estes não colocassem diariamente a sua vida em risco, como se, ao longo da sua carreira, não estivessem incomparavelmente mais sujeitos ao desgaste, ao perigo e a sequelas físicas e psíquicas.

Nem mesmo o facto de muitos agentes da PSP e da GNR já terem perdido a vida no exercício de funções parece ter produzido eco no Governo, que invariavelmente lamenta a tragédia mas, na prática, não age.

É urgente que a Tutela assuma as suas responsabilidades e que, em sede de discussão de Estatuto demonstre que respeita aqueles que dão o melhor de si para garantir a paz pública.

Lisboa, 29 de Junho de 2015
A Direcção Nacional

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