APG/GNR solidária com agente da PSP ferido na MoitaExigimos o reconhecimento como profissão de risco

Por Jornal Rostos
A APG/GNR desde já demonstra a sua total e incondicional solidariedade com o agente ferido, tendo já tido oportunidade de o fazer presencialmente, com a presença de uma delegação que foi visitar o colega.
Lamentavelmente esta situação não é única e multiplicam-se os casos de agressões a agentes da autoridade,
tornando-se cada vez mais banais e raramente resultando em consequências para quem as pratica.
A APG/GNR, numa altura em que estão a ser discutidas alterações aos Estatutos da PSP e da GNR, alerta para a necessidade de, uma vez por todas, as forças de segurança ficarem definitivamente classificadas como profissão de risco e desgaste rápido.
É inadmissível que o Governo português não reconheça o risco inerente a esta profissão, que trate as forças de segurança como os demais funcionários públicos, como se estes não colocassem diariamente a sua vida em risco, como se, ao longo da sua carreira, não estivessem incomparavelmente mais sujeitos ao desgaste, ao perigo e a sequelas físicas e psíquicas.
Nem mesmo o facto de muitos agentes da PSP e da GNR já terem perdido a vida no exercício de funções parece ter produzido eco no Governo, que invariavelmente lamenta a tragédia mas, na prática, não age.
É urgente que a Tutela assuma as suas responsabilidades e que, em sede de discussão de Estatuto demonstre que respeita aqueles que dão o melhor de si para garantir a paz pública.
Lisboa, 29 de Junho de 2015
A Direcção Nacional













