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Bastidores

Socialistas CatólicosApoiaram a iniciativa legislativa de cidadãos pelo «direito a nascer»

"É com tristeza que constatamos que que oito anos após a legalização do aborto a pedido da mulher nas primeiras 10 semanas de gestação, tornou-se hoje em dia um método contracetivo." - afirma os Católicos Socialistas.

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Socialistas Católicos Apoiaram a iniciativa legislativa de cidadãos pelo «direito a nascer»

Por Jornal Rostos

"Por isso fazemos parte das centenas de militantes, tanto autarcas como militantes de base, que aderiram e apoiaram a iniciativa legislativa de cidadãos pelo “direito a nascer”, acrescentam.

Deixamos aqui quatro factos, entre vários que poderíamos referir, que deverão estar presentes no espírito dos nossos deputados a quando da discussão amanhã na Assembleia de República:

1 - Segundo a Direcção-Geral da Saúde, nos últimos três anos (2011 a 2013), houve uma média anual de 19 mil abortos a pedido da mulher. Por outras palavras, tendo havido cerca de 80 mil nascimentos, tal significa que uma em cada cinco gravidezes terminou numa prática abortiva. Desses 19 mil abortos cerca de um quarto são repetições (no próprio ano ou em anos anteriores).

2- Segundo os mesmos números, há cerca de 50 abortos/ dia, o que pode ter como consequência no futuro o equivalente à não necessidade de dois postos de trabalho para professores de alunos que nunca virão a ver a luz do dia.

3- Que num país em crise financeira, nestes primeiros anos de legalização se tenha gasto, directa e indirectamente, mais de 100 milhões de euros com o aborto e que associações que ajudam mulheres gravidas, como por exemplo, a Ajuda de Berço tivesse quase a fechar por exiguidade de recursos. Recordo aqui que o aborto é, para efeitos das prestações da Segurança Social, equivalente à maternidade, ou seja, integralmente financiado pelo Serviço Nacional de Saúde, gratuito para a mulher que aborte, e independentemente dos seus rendimentos e conferindo o direito a uma licença de parentalidade que pode ir até 30 dias, paga a 100% (o que significa superior ao salário, na medida em que não está sujeita a desconto da TSU e IRS).

4- A discriminação umas vezes mais subtil, outras vezes mais evidente, de profissionais de saúde que se declaram Objetores de Consciência.

Socialistas Católicos de Portugal

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