Cabeças de Lista do Distrito de SetúbalDefendem que o tema José Sócrates não deve entrar na Campanha Eleitoral
. Maria Luis Albuquerque - Separação de poderes é fundamental
. Francisco Lopes, CDU - Concentrar debate nos problemas nacionais
. Joana Mortágua - Justiça com toda a independência
Hoje, na Antena 1, foi promovido um debate entre os candidatos do Distrito de Setúbal- cabeças de lista dos os partidos com assento parlamentar.
O primeiro tema abordado foi a temática de José Sócrates na campanha eleitoral sendo unânime a posição que “à justiça o que é da justiça”-

Por Jornal Rostos
Hoje, na Antena 1, foi promovido um debate entre os candidatos - cabeças de lista dos os partidos com assento parlamentar, nomeadamente, os dois repetentes - Maria Luis Albuquerque, que foi candidata do PSD, nas últimas eleições e agora lidera a lista da coligação «Portugal à Frente» e Francisco Lopes da coligação CDU. Os novos Ana Catarina Mendes, pelo Partido Socialista e Joana Mortágua, pelo Bloco de Esquerda.
Recorde-se que nas últimas eleições o distrito de Setúbal elegeu 17 deputados e nas próximas eleições vai eleger 18 deputados.
Nas últimas eleições o PS obteve 27% dos votos e elegeu 5 deputados, o PSD alcançou 25 %, elegendo 5 deputados, a CDU obteve 19% dos votos, elegendo 4 deputados, o CDS alcançou 12%, obtendo 2 deputados e o BE com 7% dos votos elegeu 1 deputado.
Concentrar debate nos problemas nacionais
Neste debate o primeiro tema abordado foi a influência ou presença do tema José Sócrates nas próximas eleições.
Francisco Lopes, CDU, salientou que o essencial será que o debate se venha a “concentrar nos problemas” nacionais, independentemente da “relevância mediática” dos assuntos”.
Sublinhou a necessidade do debate se centrar na procura de uma “politica alternativa”.
Separação de poderes é fundamental
Maria Luis Albuquerque, da Coligação PSD/CDS, salientou a que a “separação de poderes é fundamental” e defendeu que à “justiça o que é de justiça”.
Considerou que para a campanha eleitoral há “assuntos mais relevantes” que o caso José Sócrates.
Apoio de José Sócrates não é de espantar
Ana Catarina Mendes, PS, referiu que o apoio expresso por José Sócrates ao Partido Socialista – “não é de espantar”, porque este foi Secretário Geral do PS e eleito primeiro ministro pelo PS.
Sublinhou que – “todos os apoios são bem vindos”, na procura de um “caminho alternativo”.
Justiça com toda a independência
Joana Mortágua, BE, referiu que “era bom” que o tema José Sócrates “não fosse protagonista da campanha” e referiu a necessidade que a justiça seja concretizada – “com toda a independência”.













