Hospitais da Península de SetúbalTêm possibilidade de investir em equipamentos de diagnóstico e terapêutica

Por Jornal Rostos
De facto, depois do périplo pelos hospitais do distrito de Setúbal, mais recentemente pelos da Península de Setúbal, os deputados eleitos pelo PS constataram que nestes um dos principais problemas prende-se com a necessidade de substituição e aquisição de equipamentos tecnológicos fundamentais ao funcionamento de unidades do Serviço Nacional de Saúde. Aliás, o objetivo referido no Programa Operacional destina-se a “ações que visem melhorar a qualidade de diagnóstico e tratamento de unidades hospitalares” o que corresponde à resposta adequada à constatação que os eleitos socialistas destacam.
“A necessidade de investimento em equipamentos de diagnóstico e terapêutica, “nomeadamente nas áreas da oncologia, cardiologia e oftalmologia”, para os Hospitais, terá, tudo indica, resposta nas candidaturas ao PO que venham a ser aprovadas com a possibilidade de comparticipação de 50%”, refere a deputada Eurídice Pereira , membro da Comissão Parlamentar de Saúde. ”É obviamente uma muito boa notícia. Do pacote previsto de 30 milhões de euros, a canalizar para a chamada Região de Lisboa, que incluiu o território da Península de Setúbal, nas reuniões que desenvolvemos apurámos que 22 milhões e meio destinam-se a Cuidados de Saúde Hospitalares e os restantes 7 milhões e meio, a Cuidados de Saúde Primários.”, esclarece a Coordenadora Regional dos eleitos socialistas.
Se as candidaturas ao PO para os Cuidados de Saúde estão abertas até dia 31 de Outubro, a publicação do Aviso para as candidaturas aos Cuidados de Saúde Hospitalares permite que os Centros Hospitalares de Barreiro/Montijo e de Setúbal e o Hospital Garcia de Orta obtenham fonte para parte do financiamento a investimentos que visam colmatar as “necessidades de equipamentos de diagnóstico e terapêutica” fundamentais à boa qualidade de prestação dos serviços de saúde.
Segundo os deputados “ nos últimos anos, mais concretamente na governação PSD/CDS, houve rutura de investimento na área hospitalar e obviamente que se acumularam situações com necessidade de resposta urgente. Não estamos a falar de investimento megalómano, estamos, sim, a referirmo-nos a investimento fisiológico, ao que é absolutamente imprescindível. Como referiu o Sr Ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes , “o SNS é um corpo vivo que necessita ser alimentado e deixou de ser”. Esta solução de financiamento é simultaneamente uma boa notícia e a concretização da esperança”
Fonte - Deputados PS de Setúbal













