CDS Barreiro considera demolição do Posto Médico da CUFUm acto de humilhação

Por Jornal Rostos
No passado dia 15 de Setembro, deu-se o desfecho do longo processo associado à possibilidade de demolição do Posto Médico da CUF, marco central da obra social da CUF. Ao longo de todo o processo, derivado de um plano de urbanização já em discussão há largos anos, deu-se, até recentemente, a recuperação do antigo Posto Médico como adquirida.
Apenas em 2017 foi publicamente anunciada a decisão de demolir o Posto Médico, com o argumento de que este se encontraria em ‘’avançado estado de degradação’’. Neste contexto o CDS Barreiro defendeu a manutenção deste edificado na comunicação social, levando o assunto também à Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto, obtendo uma resposta inconclusiva do Ministro da Cultura, que se limitou a sublinhar a necessidade de demolir o Posto Médico.
Neste contexto, o candidato do CDS à Câmara Municipal do Barreiro, Jorge Miguel Teixeira, considerou que ‘’a demolição do Posto Médico da CUF foi um acto de mera má fé, humilhando no caminho a memória de milhares de barreirenses que dele usufruiram’’. Sobre a necessidade da sua demolição, acrescentou ainda que ‘’não falta pelo país património em pior estado que é sistematicamente reconhecido e classificado pelo seu valor material e imaterial, com capacidade de atracção de investimento imobiliário’’, concluindo que ‘’apenas a falta de vontade política poderia redundar neste triste desfecho, num ataque à história do Barreiro’’.
Fonte - CDS Barreiro













