Deputado do CDS eleito por Setúbal questionou os ministrosSobre consequências do incêndio na Recipneu.

Por Jornal Rostos
Ao ministro do Ambiente, Nuno Magalhães perguntou se já foram apuradas as causas do incêndio, que medidas estão a ser tomadas no sentido de apurar responsabilidades e que medidas está o Ministério do Ambiente a implementar no sentido de vigiar os níveis de toxicidade do ar e, consequentemente, a saúde da população que esteve exposta, e se estão estas medidas a ser tomadas em conjunto com o Ministério da Saúde.
Já ao ministro da Saúde, Nuno Magalhães perguntou porque é que só 12 horas depois do início do incêndio na Recipneu foi emitido um aviso à população e que medidas está o Ministério da Saúde a implementar no sentido de vigiar a saúde da população que esteve exposta, e se estão estas medidas a ser tomadas em conjunto com o Ministério do Ambiente.
Na madrugada de quarta-feira, dia 11 de outubro, registou-se um incêndio num “amontoado de pneus”, na fábrica de reciclagem Recipneu, localizada no Complexo Industrial de Sines. De acordo com o que foi amplamente noticiado, “o incêndio foi dominado quatro horas depois, mas por se tratar de material de borracha que queima lentamente, não foi possível extingui-lo e conter a nuvem de fumo negro. Ao início da tarde ocorreu um pequeno reacendimento, com parte dos pneus a arder em fogo lento”.
No entanto, apesar do tipo de material queimado e do elevado potencial tóxico para a população, a delegada local de saúde do Litoral Alentejano apenas emitiu na quarta-feira, cerca de 12 horas depois do incêndio ter deflagrado, um aviso à população com problemas respiratórios para ficar em casa, fechar as janelas ou, em caso de urgência, dirigir-se ao Hospital do Litoral Alentejano
Fonte - CDS/PP













