Barreiro - Quase uma centena de pessoas continua com salários em atrasoBruno Vitorino exige que ministro cumpra a sua promessa à RUMO

Por Jornal Rostos
Passados mais de 20 dias da promessa feita pelo governante, a instituição RUMO continua à espera que sejam devolvidas essas verbas, alegadamente por questões burocráticas.
“O ministro mentiu. Mais uma vez a palavra dada não é honrada. Até agora não há uma resposta concreta sobre este assunto e a RUMO já alertou que não irá conseguir cumprir com as suas obrigações fiscais, nem executar as despesas dos projetos até ao dia 31 de dezembro de 2017, o que pode por em causa o futuro da instituição”, refere o deputado socia democrata.
Esta é uma situação que também atinge colaboradores, formandos e suas famílias, bem como fornecedores, pois a instituição não consegue assegurar pagamentos.
“Todos aqueles que dependem da RUMO, e são muitos, estão em risco de passar um Natal muito complicado, pois estão a enfrentar graves dificuldades financeiras. Quase uma centena de pessoas com salários em atraso há meses. São também dezenas de formandos, muitos deles carenciados, que não recebem, desde outubro, a bolsa que lhes foi prometida e a que têm direito. Isto revela total insensibilidade social por parte do Governo”, acrescenta.
Bruno Vitorino exige que o ministro cumpra a sua promessa, pois este processo põe em risco a instituição. O fim da atividade da RUMO irá afetar mais de 6000 pessoas em situação de desvantagem ou exclusão, impedir o acompanhamento de 1500 pessoas por ano com incapacidade ou deficiência, bloqueando a formação e inserção no mercado de trabalho de centenas de pessoas.
“Não podemos deixar que isto aconteça”, disse.
Fonte - PSD













