Saltar para o conteúdo
Bastidores

Barreiro - Parlamento dos Jovens na Escola Alfredo da SilvaBruno Vitorino considera que os jovens dão uma «atenção especial» à igualdade de género

No âmbito da iniciativa “Parlamento dos Jovens”, que decorreu recentemente na Escola Alfredo da Silva, no Barreiro, o social-democrata garantiu ser um acérrimo defensor da igualdade de oportunidades, de direitos e de deveres entre todos, e que “ninguém pode ser discriminado por questões de género, cor de pele ou religião”.

2 min de leitura
Barreiro - Parlamento dos Jovens na Escola Alfredo da Silva Bruno Vitorino considera que os jovens dão uma «atenção especial» à igualdade de género

Por Jornal Rostos

O deputado do PSD, Bruno Vitorino, considera que os jovens dão uma “atenção especial” à igualdade de género, manifestando maturidade cívica e uma preocupação genuína em eliminar a discriminação entre os sexos.

No âmbito da iniciativa “Parlamento dos Jovens”, que decorreu recentemente na Escola Alfredo da Silva, no Barreiro, o social-democrata garantiu ser um acérrimo defensor da igualdade de oportunidades, de direitos e de deveres entre todos, e que “ninguém pode ser discriminado por questões de género, cor de pele ou religião”.

“Igualdade nas oportunidades, igualdade salarial para a mesma função, igualdade na possibilidade de ascensão a lugares de topo. Isto é algo que hoje ainda não acontece, pois dados estatísticos provam que a mulher ainda é discriminada. Mas não é igualdade por igualdade, é a possibilidade de premiar o mérito, a competência, seja homem ou mulher”, acrescenta.

Bruno Vitorino diz que atualmente se verifica a existência de alguns movimentos, que se intitulam feministas, mas que “parecem não querer igualdade, mas a superioridade da mulher”, algo que considera tão lamentável quanto pensamentos e atitudes “machistas” ainda hoje existentes na nossa sociedade.

O deputado do PSD confessa que já foi contra as quotas de género, por considerar que eram uma imposição legal e que menorizavam as próprias mulheres que poderiam ser vistas como um mero número, mas hoje aceita a medida como “transitória”.

“A verdade é que muitas mulheres não teriam tido a possibilidade de mostrar as suas capacidades se não fossem as quotas, mas hoje todos percebem que estão nos lugares por mérito próprio”, acrescenta dando o exemplo do que se passa na Assembleia da República.

Na nossa sociedade acredita que a igualdade de género é uma questão de tempo, pois “antes poucas mulheres chegavam ao Ensino Superior, e hoje, já representam 60% daqueles que acabam os estudos superiores”.

Mas relembra que noutros países “ainda há muita discriminação, muito preconceito”. E, mais grave, existem casos extremos onde ainda podem ser condenadas à morte, por “crimes” em que essa pena nunca seria aplicada a homens, relembrando o caso de Amina Lawal, condenada à morte por lapidação.

Fonte - PSD

Publicidade

Notícias relacionadas

Publicidade

Notícias por secção