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Bastidores

CDS-PP/Almada satisfeito com posição da Autarquiarelativamente à entrada de operadores privados na travessia do Rio Tejo

O CDS-PP há muito que defende a necessidade de se retirar maior partido do recurso natural que é o Tejo, de modo a colocá-lo ao serviço da economia, do lazer e das populações, não só na lógica da sua preservação mas também do investimento sustentável.

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CDS-PP/Almada satisfeito com posição da Autarquia relativamente à entrada de operadores privados na travessia do Rio Tejo

Por Jornal Rostos

“Finalmente, alguém proveniente da ala mais à esquerda entende que o problema da degradação do transporte fluvial pode passar pelo serviço público prestado por privados”, afirmou o autarca do CDS-PP, António Pedro Maco, em resposta à notícia conhecida hoje, dando conta de que a Presidente da Câmara Municipal de Almada, eleita pelo PS nas últimas eleições autárquicas, defende que se deve abrir a operadores privados a navegação no rio Tejo.

O CDS-PP há muito que defende a necessidade de se retirar maior partido do recurso natural que é o Tejo, de modo a colocá-lo ao serviço da economia, do lazer e das populações, não só na lógica da sua preservação mas também do investimento sustentável.

Nas últimas eleições, António Pedro Maco já tinha defendido a criação do “Cluster do Mar” na margem sul do Tejo, com o objectivo de retirar o máximo rendimento do rio e do mar, criando uma verdadeira rede de empresas e negócios com capacidade de explorar estes recursos.

No caso do transporte fluvial, nomeadamente da Transtejo/Soflusa, “entendo que é preciso criar condições de comodidade de segurança a quem tem de fazer a travessia entre as duas margens todos os dias, tornando este meio de transporte viável e coordenado com outros operadores”, acrescentou o deputado municipal do CDS-PP em Almada.

Para o CDS-PP, o Estado tem a obrigação de estudar a viabilidade da continuidade da Transtejo/Soflusa no que respeita aos navios e operar, tal como aos horários e aos terminais, sendo que, a permanecer, é necessário e urgente que seja feito um considerável investimento. Caso contrário, entende António Pedro Maco, não deve haver dogmas nem incertezas no que toca à entrada de privados do serviço de transporte no rio Tejo, ou no serviço de lazer e turismo.

O CDS-PP aguardará que o Estado cumpra a promessa de colocar ao serviço os novos navios, até ao final de março.

Fonte - CDS/PP

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