Concelhias do CDS-PP de Almada e do SeixalReúnem com o Metro Sul do Tejo
. Rejeitam nacionalização

Por Jornal Rostos
As concelhias de Almada e Seixal do CDS-PP, representadas pelas duas presidentes Sara Machado Gomes e Marlene Pires Abrantes respectivamente, estiveram reunidas com o conselho de administração da Metro Transportes do Sul na sede em Corroios, da empresa que presta serviço público entre as linhas de Cacilhas - Monte da Caparica e Corroios.
A visita insere-se no âmbito da mobilidade, acessibilidade e transportes públicos, factores esses, transversais aos dois concelhos, como é o caso de metro de superfície.
No leque de questões e mesmo preocupações que as duas concelhias levaram à reunião, foram discutidos temas como a segurança e sinistralidade com o MTS, a extensão da linha, nomeadamente as questões que têm a ver com as 2ª e 3ªs fases do projecto inicial que é aguardada por todos mas que não tem prazo definido com todos os constrangimentos que daí advêm, a possibilidade da linha estender-se até à Costa da Caparica, Almada Fórum ou mesmo ao Hospital Garcia de Orta ou quiçá, ao novo Hospital do Seixal, tendo sido ainda abordados temas mais técnicos do ponto de vista da sustentabilidade do material circulante.
O ruído que alguns cidadãos se queixam ao longo da linha do metro e a possibilidade da MTS poder vir a integrar o Passe Modal, foram outros temas abordados no encontro das duas concelhias do CDS-PP e a administração da empresa que presta este serviço público.
Da parte da MTS ficou o compromisso de se encetar diálogo permanente sempre que se justifique a melhoria das condições dadas aos utentes deste serviço de transporte público por um operador privado, a disponibilidade de se estudar novos traçados que não constam no contrato e que sejam viáveis para as populações, tal como a promessa de que o metro continue a trabalhar para satisfazer no dia-a-dia as necessidades dos utentes, isto sem esquecer o papel fundamental que o Estado tem neste processo pois é ele mesmo o concessionário e responsável pelas decisões futuras.
O Conselho de administração da MTS reiterou junto do CDS-PP o esforço que o mesmo tem feito para conseguir manter os níveis de segurança aos utentes e trabalhadores num reforço de vigilância e mesmo da pedagogia.
O CDS-PP entende desta feita, que os utentes têm o direito de ser bem servidos em quaisquer meio de transporte que necessitem de usar, ao mesmo tempo que reconhece também que estes serviços necessitam de ser rentáveis e adaptados à sua escala e a cada realidade.
As representantes das duas concelhia onde passa o metro reforçaram ainda a sua posição na manutenção deste serviço nas mãos de uma empresa privada, rejeitando qualquer cenário de nacionalização demarcando-se completamente daqueles que defendam passagem para o Estado destes transportes.
As Concelhias do CDS-PP de Almada e do Seixal













