História dos caminhos-de-ferro portugueses confunde-se com a história do BarreiroJP Barreiro ironiza com acção em tribunal da CP contra a DGPC
Para a Juventude Popular do Barreiro, o património histórico da cidade não é "sucata". A reabilitação, aliada à valorização do património, deve ser o equilibrio perfeito rumo ao desenvolvimento económico e ao crescimento da cidade com rumo e critério definidos

Por Jornal Rostos
JP Barreiro ironiza com acção em tribunal da CP contra a DGPC
ESTADO VS ESTADO
A CP, empresa pública, moveu uma acção judicial contra a Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC), organismo público, para evitar que, no âmbito da classificação dos imóveis existentes no Barreiro, algum material circulante ali existente, que seria destinado à venda como sucata, seja também considerado património cultural.
A Câmara Municipal do Barreiro diz nada ter a dizer sobre o processo.
Para a Juventude Popular do Barreiro (JP Barreiro), o património histórico da cidade não é "sucata". A reabilitação, aliada à valorização do património, deve ser o equilibrio perfeito rumo ao desenvolvimento económico e ao crescimento da cidade com rumo e critério definidos. Se congratulamos o reaproveitamento do antigo edificado da CP, como a antiga estação sul e sueste, as oficinas da CP, o antigo dormitório e a requalificação do Palácio do Coimbra, o material circulante deverá ser igualmente valorizado, recuperado e divulgado.
A história dos caminhos-de-ferro portugueses confunde-se com a história do Barreiro. A CP, que faz parte do Estado, ao invés de se preocupar em resolver os problemas actuais, degladia-se contra o próprio Estado - sim, do qual a CP faz parte - investindo dinheiro público que nenhum benefício trará aos Barreirenses e utentes da CP.
Num autêntico combate de boxe contra si próprio, ninguém fica a ganhar. Quando nem o Estado se governa a si a próprio, como vamos confiar nele?
Fonte - JP Barreiro













