Nuno Magalhães líder parlamentar do CDS-PP eleito por SetúbalDedicou o dia ao concelho do Montijo

Por Jornal Rostos
Situado numa zona rural e quase esquecida do concelho do Montijo, o AEP tem cerca de 600 alunos com baixos rácios de indisciplina ou violência em contexto escolar, permitindo um clima de tranquilidade no desempenho da função educativa.
O Agrupamento está a desenvolver vários projetos relevantes, como é o caso do ensino integrado de música, numa parceria com o Conservatório Regional de Artes do Montijo, uma iniciativa que segundo Jorge Romão está a correr muito bem e deverá ser alargada.
O diretor do AEP referiu também a preparação de um projeto de formação profissional, em parceria com a Escola Profissional do Montijo, com vista ao desenvolvimento de cursos específicos para adultos, dando resposta às necessidades das empresas e indústrias, quer do Montijo quer de concelhos vizinhos.
O responsável explicou ainda o desenvolvimento de um projeto de ensino de português para estrangeiros, em parceria com a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares, a Escola Profissional do Montijo, a Paróquia de Pegões e entidades oficiais locais e voluntários. Trata-se de uma iniciativa que pretende fazer face ao recente fluxo de migrantes provenientes da Índia, Paquistão e Nepal, entre outros, que já perfazem, segundo dados da Junta de Freguesia, cerca de 600 indivíduos e respetivas famílias, os quais, pela sua dimensão e importância para a economia local exigem toda a atenção na integração na comunidade, de uma forma equilibrada e proativa.
No entanto, o aspeto mais sublinhado pelo responsável, e fundamental para o desenvolvimento sustentável desta comunidade escolar, é a construção do Centro Escolar de Pegões, uma obra prometida há mais de uma década e que até agora não saiu do papel.
Segundo João Merino, “como responsáveis políticos nacionais e locais, é nossa competência alertar e pressionar a Câmara Municipal do Montijo para o cumprimento desta que foi uma das principais bandeiras e promessas eleitorais do PS local. Já passou demasiado tempo. Deve ser concretizada o quanto antes”, afirmou.
Após a reunião no AEP, Nuno Magalhães visitou a Herdade do Moinho Novo, em Canha.
Com cerca de 60 ha, esta é uma Herdade composta por atividade agrícola em Modo de Produção Biológico, além de outras, gerida por José Carlos Inácio e An Sleeckx Inácio.
Numa vila como a de Canha, onde a população envelhece e diminui de ano para ano, este tipo de empreendimento deve ser apoiado e acarinhado pela Autarquia, de forma a fixar jovens empresários e promover a criação de emprego. Infelizmente não é o que tem acontecido – dificuldades burocráticas, regulamentação mal desenvolvida, interpretação limitada e com consciência errada do que é a realidade e especificidade do mundo rural têm impedido o crescimento e desenvolvimento do projeto.
O CDS-PP vai continuar a acompanhar o desenvolvimento económico e social do Montijo, e do distrito de Setúbal em geral, identificando problemas e propondo sempre soluções de forma ativa e construtiva.
Fonte - CDS/PP













