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Bastidores

CDS-PP AlmadaDefende obrigatoriedade do uso de máscara em espaços públicos

O CDS-PP Almada defende o uso obrigatório de máscaras de protecção em locais públicos de grandes aglomerados, por exemplo: super e hipermercados, para combater de forma mais eficaz a pandemia.

As máscaras, as luvas e gel desinfectante, enquanto decorrer o surto de coronavírus, devem ser classificados como bens de primeira e urgente necessidade e de acesso fácil a todos.

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CDS-PP Almada Defende obrigatoriedade do uso de máscara em espaços públicos

Por Jornal Rostos

Tendo em consideração a possibilidade da obrigatoriedade do uso de máscaras por parte das populações em determinados locais, o CDS-PP Almada, vem também, defender e partilhar a mesma opinião de que em locais públicos de grande aglomeração e de grande movimentação constante como são o caso de super e hipermercados, estabelecimentos de saúde, transportes públicos e demais locais onde a aglomeração de pessoas por razões inevitáveis e devidamente atendíveis, o uso de máscaras de protecção para evitar a contaminação e propagação do covid19, devendo ser uma realidade a implementar com a maior urgência possível.

O uso da máscara de protecção individual está mais que provado que evita de forma mais eficaz a contaminação entre as pessoas ajudando a diminuir a propagação do vírus em espaços públicos onde por necessidade se concentra ou movimento muita gente.

Num país pouco ou nada habituado a este tipo de crises de saúde pública com epidemias tão agressivas e fatais como é o caso do coronavírus que deixa Portugal e o resto do mundo fechado e resguardado em casa, a aquisição, o uso e manuseamento deste ou de outro tipo de material análogo de protecção das populações, tem de ser massivamente divulgado e entrar no léxico e hábitos rotineiros dos portugueses e dos almadenses, para que os mesmos os possam utilizar pela forma mais eficaz e eficiente fazendo com que esse material cumpra com o seu fim: a protecção das populações contra a contaminação.

Todavia, e para que se possa ultrapassar rapidamente não só a questão cultural e nada custumeira do uso habitual deste tipo de material, surgem ainda outros problemas com que as populações se têm confrontado nas últimas semanas, isto é, a falta de máscaras, luvas e gel desinfectante, como também os preços inflacionáveis de bens que devem com urgência devem chegar ao consumo dos portugueses e dos almadenses.

MATERIAL DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL: MÁSCARAS, LUVAS E GEL DESINFECTANTE, ENQUANTO DECORRER O SURTO, DEVEM SER
CLASSIFICADOS COMO BENS DE PRIMEIRA NECESSIDADE E DE FÁCIL ACESSO

Na actual situação de crise de saúde pública onde, infelizmente, têm ocorridos demasiados óbitos (apesar de nada comparado com a calamidade noutros países europeus) e onde o número de infectados sobe de forma exponencial todos os dias sem que se perceba quando começará a decrescer, a disponibilização e o acesso no mercado de gel desinfectante, de luvas, e sobretudo, de máscaras individuais de protecção, deverá ser uma prioridade do Estado devendo para tal, criar um plano para a sua aquisição investindo mais recursos e mais meios na sua produção e distribuição.
Sabemos, contudo, que o Estado, não pode criar uma norma de obrigatoriedade se, à posteriori, não conseguir precaver nem criar todos os mecanismos e condições exigíveis para que os cidadãos possam cumprir na prática e na integra com a mesma. É necessário produzir e escoar com urgência.

Assim, em alturas de uma crise tão profunda como esta, é ainda crucial e urgente que o Estado combata eficazmente a propagação de um outro vírus: o vírus do oportunismo e da irresponsabilidade e tome medidas enérgicas e urgentes no combate à especulação de preços tal como no combate ao crime de à contra-facção e/ou à qualidade duvidosa e negligente de produtos de protecção que podem colocar em sério risco a vida das pessoas.

O CDS-PP Almada, entende assim, que: máscaras, luvas e gel desinfectante, devem ser urgentemente classificados como bens de primeira necessidade, tal a sua função imprescindível no momento, decorrendo em sua consequência, a celeridade com que os mesmos devem ser protegidos, assegurados e distribuídos o mais rápido possível junto das populações fazendo-os chegar ao mercado, nomeadamente aqueles nichos de maior risco ou de maior necessidade como são os lares de idosos ou os profissionais de saúde que trabalhar diária e arduamente para salvar vidas e curar doentes.

OBRIGATORIEDADE DE DISPONIBILIZAÇÃO DE GEL DESINFECTANTE À ENTRADA DE LOCAIS DE GRANDE AGLOMERAÇÃO E MOVIMENTAÇÃO

Por fim, a concelhia de Almada defende ainda a obrigatoriedade da disponibilização em estabelecimentos nomeadamente em Almada, como super e hipermercados, bancos, estabelecimentos de saúde, transportes públicos e outros que estejam a funcionar e abertos ao público como por exemplo os CTT as forças policiais, os bombeiros, os interfaces e estações de transportes públicos entre outros, de gel desinfectante à sua entrada, numa lógica de responsabilidade social e de saúde pública, complementando as normas e regras de segurança e de protecção que já devem fazer parte do seu quotidiano, pois, infelizmente, e salvo algumas excepções, nem todos os locais citados cumprem com esta prática de protecção das populações e dos seus próprios funcionários. Deverá ser uma obrigação.

O município de Almada, segundo dados disponibilizados na página de Facebook da Câmara Municipal, tinha no sábado, 144 (cento e quarenta e quatro) infectados com coronavírus.
Ajude a baixar este número e a erradicar definitivamente o surto do concelho.

Fonte - CDS-PP Almada

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