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Bastidores

Comissão Política Distrital do CDS SetúbalDeclara lealdade institucional e o seu total apoio à direcção do partido

"Até ao próximo congresso, em Janeiro de 2022, a Comissão Política Distrital do CDS Setúbal, reunida a 30 de Janeiro de 2021 declara, por esmagadora maioria, a sua lealdade institucional e o seu total apoio à direcção do partido, democraticamente eleita há apenas 12 meses", refere uma nota do Presidente da Distrital do CDS Setúbal, João Merino.

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Comissão Política Distrital do CDS Setúbal Declara lealdade institucional e o seu total apoio à direcção do partido

Por Jornal Rostos

A Comissão Política Distrital de Setúbal, sempre respeitou a soberana decisão dos militantes e sempre respeitou e apoiou as lideranças eleitas democraticamente em congresso.
Na nossa História mais recente assim foi com a liderança de Paulo Portas, continuou assim com a liderança de Assunção Cristas, onde contribuímos com uma forte e coordenada campanha eleitoral para as eleições legislativas de 2019 e é assim com a liderança de Francisco Rodrigues dos Santos.

Em 2019, perante os maus resultados do partido nas eleições legislativas, que levaram à demissão imediata da líder do partido e perante o péssimo resultado no distrito de Setúbal, anunciámos, em outubro de 2019, uma candidatura à distrital de Setúbal, para um novo projeto distrital, com novos protagonistas e novas políticas.
Três meses depois, os militantes elegem em congresso a atual direção do partido e um mês depois a nova equipa distrital.

A direcção de Francisco Rodrigues dos Santos recebeu da anterior, um partido com 1,9% em sondagens, com dois novos partidos com deputados eleitos no nosso espectro eleitoral e 1,5 milhões de euros de dívidas.
Nunca uma direcção do CDS foi confrontada com tamanhas adversidades.
Ainda assim, teve a firmeza de se manter fiel aos princípios norteadores do humanismo, da democracia-cristã e da ética e moral em política, não respondendo aos reiterados ataques internos e autofágicos na comunicação social, obtendo um excelente resultado eleitoral nas legislativas dos Açores, onde formámos governo pela primeira vez na história do partido, extinguimos o PCP e destronamos o PS.

Perante a condição da enorme dívida de herança, manteve a mesma estratégia eleitoral da anterior direcção para as presidenciais, apoiando o candidato católico, que ganhou à primeira volta, evitando inusitados constrangimentos de um novo processo eleitoral, no auge da mortífera pandemia que vivemos.

O sucesso do mandato de uma direção Nacional só deve ser avaliado após processos eleitorais onde apresente candidatos, mas principalmente, após eleições legislativas.
Antes disso ou do fim do mandato, não estamos disponíveis, nem para fazer, nem para aceitar, avaliações feitas por outros em nosso nome, com base em sondagens voláteis que só nos devem unir contra os nossos adversários políticos e não deixarmos que campanhas de comunicação social, promovidas com a anuência da esquerda e dos radicais liberais, nos desviem e nos prejudiquem no processo autárquico que temos em mãos e que alguns terroristas internos, pouco humanistas e poucochinho democrata-cristãos, querem prejudicar.

Até ao próximo congresso, em Janeiro de 2022, a Comissão Política Distrital do CDS Setúbal, reunida a 30 de Janeiro de 2021 declara, por esmagadora maioria, a sua lealdade institucional e o seu total apoio à direcção do partido, democraticamente eleita há apenas 12 meses.

O Presidente da Distrital do CDS Setúbal,
João Merino

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