Catarina Martins apresenta no Samouco proposta do BE para a resolução dos problemassociais e ambientais da apanha de bivalves no estuário do Tejo.

Por Jornal Rostos
Além de constituir um problema de saúde pública, dado que os bivalves são impróprios para consumo, a apanha de amêijoa-japonesa no estuário do Tejo assenta na exploração e abuso de trabalhadores – muitos deles migrantes – que vivem em locais indignos. Ao longo dos anos, os sucessivos governos foram incapazes de resolver os graves problemas sociais, sanitários e ambientais da atividade.
São conhecidos os abusos, a exploração e a coação de que são alvo muitas das pessoas que têm na apanha de bivalves o seu único rendimento. São vítimas de intermediários que pagam preços baixos e de senhorios que lhes arrendam locais indignos para viver.
Face a estas preocupações e na procura da resolução dos problemas sociais e ambientais da apanha de bivalves no estuário do Tejo, a Coordenadora Nacional do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, apresenta, junto à praia fluvial do Samouco, a proposta sobre exploração laboral, irregularidades habitacionais e ambientais que afetam várias centenas de trabalhadores.













