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Bastidores

Almoço convívio do Centenário do PCP em SinesInvestimentos anunciados pelo PS para a região até agora não passaram disso mesmo

No último domingo, dia 7 Novembro o PCP realizou um almoço-convívio em Sines, comemorativo do Centenário do PCP, que contou com a participação de Paulo Raimundo, membro do secretariado do Comité Central do PCP.

Almoço convívio do Centenário do PCP em Sines confirma a confiança numa política patriótica e de esquerda que responda às necessidades dos trabalhadores e do povo.

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Almoço convívio do Centenário do PCP em Sines Investimentos anunciados pelo PS para a região até agora não passaram disso mesmo

Por Jornal Rostos

Numa iniciativa que juntou cerca de 150 camaradas e amigos, Hélder Guerreiro, membro do Executivo da DORLA do PCP, destacou na sua intervenção as dificuldades e ataques aos direitos dos trabalhadores e populações do Litoral Alentejano e o papel da luta e do PCP na resolução desses problemas. Apesar dos vários investimentos anunciados pelo PS para a região, que até agora não passaram disso mesmo, anúncios, os trabalhadores continuam a ser confrontados com baixos salários e precariedade, estando também a região confrontada com grandes deficiências nos serviços públicos, nomeadamente na saúde, transportes e acessibilidades.

Paulo Raimundo destacou o papel do PCP na solução política encontrada em 2015, que permitiu não só afastar a direita do governo, como também abrir caminho para a reposição de direitos e rendimentos aos trabalhadores, além do papel do PCP em questões concretas na vida do povo como foram o aumento das reformas e pensões, a gratuitidade dos manuais escolares e a redução dos passes nos transportes públicos.

Num momento em que o próprio governo PS reconhece a disponibilidade de vários milhares de milhões de euros, continua a querer responder aos ditames do défice, ainda que a isso não esteja obrigado, recusando a devida valorização dos trabalhadores e as respostas concretas que o país precisa para o momento que atravessa. O Orçamento de Estado para 2022 não foi aprovado porque o PS não quis dar a resposta aos problemas do país, procurando claramente a convocação de eleições na procura de uma maioria absoluta.

Os trabalhadores e o povo podem continuar a contar com este Partido centenário, que nunca abdicou de todas as oportunidades para as melhorias das condições de vida e o desenvolvimento da região.

Fonte - PCP

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