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Bastidores

«Tertúlias da Liberdade» promovidas pelo PSD BarreiroEm análise e debate os modelos e papel das cidades do futuro

. As “Tertúlias da Liberdade” quarta-feira dia 11 de Maio, pelas 21.30 horas, na SDUB «Os Franceses»

O mote para a discussão está enquadrado nas transformações estruturais digitais, automação e que moldam já o futuro.
Miguel Pinto Luz, Vice-presidente da CM Cascais, Mónica Ferreira, docente do ISCTE, e, Bruno Vitorino, presidente da AG distrital de Setúbal do PSD, são os convidados. Moderador Luís Tavares Bravo, presidente do PSD Barreiro.

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«Tertúlias da Liberdade» promovidas pelo PSD Barreiro Em análise e debate os modelos e papel das cidades do futuro

Por Jornal Rostos

As “Tertúlias da Liberdade” recebem quarta-feira dia 11 de Maio, pelas 21.30h Miguel Pinto Luz (vicepresidente da CM Cascais e candidato a líder do PSD em 2019), Mónica Ferreira (docente universitária do ISCTE com trabalho publicado em Inteligência artificial e Smart Cities) e Bruno Vitorino, presidente da AG distrital de Setúbal do PSD e ex-autarca no Barreiro para debater o impacte das novas tendências digitais e do teletrabalho na opção das famílias no processo de escolha do sítio onde vão morar. Um debate que será moderado por Luís Tavares Bravo, economista e presidente do PSD Barreiro.

O mote para a discussão está enquadrado nas transformações estruturais digitais, automação e que moldam já o futuro. A pandemia funcionou como que um acelerador numa série de hábitos de vida e sobretudo do trabalho e que podem mudar a lógica como as famílias doravante escolherão o sítio onde querem viver, no sentido de aumentar a sua qualidade de vida, privilegiando um maior equilíbrio entre o tempo dedicado ao trabalho e o tempo de realização pessoal.

Estas tendências, suportadas numa Era de fervoroso desenvolvimento digital e legislação sobre teletrabalho poderá suportar nas próximas décadas um efeito migratório das grandes cidades para outras mais pequenas e menos urbanas das periferias, onde os custos menores com a habitação e o enfoque na qualidade de vida familiar podem constituir argumentos decisivos. É verdade que a
proximidade da habitação ao local trabalho continuará a ser relevante, mas em conjunto com outras duas variáveis chave, como são o esforço financeiro e opções existentes que ofereçam condições e infraestruturas culturais, desportivas e de lazer de qualidade.
Isto pode constituir uma oportunidade para as cidades da periferia dos grandes centros urbanos, como pode ser o exemplo das que constituem a Área Metropolitana de Lisboa. Mas também constitui um grande desafio para as autarquias emergentes, que terão que investir de forma ambiciosa para poderem corresponder a uma oferta de maior qualidade de vida, e fazerem da sua cidade, o melhor sítio para viver.

Este debate insere-se numa série de discussões públicas abertas evocativas das celebrações de abril que teve início com uma primeira conferência aberta no dia 26 de abril sobre as preocupações com a saúde depois da pandemia e que contou com o deputado Ricardo Baptista Leite, a diretora hospitalar Ana Teresa Xavier, a psicóloga Ana Luísa Conduto e moderado por Victor Castro Nunes, líder do grupo municipal do PSD. No passado dia 2 de maio, a segunda Tertúlia contou com oradores Pedro Reis (expresidente do Instituto Francisco Sá Carneiro e da AICEP) , Joaquim Sarmento (deputado e presidente do CEN do PSD) e Inês Domingos (presidente do think tank de geopolítica Internacional Affairs Network) para discutir o impacte da inflação nos rendimentos e vida dos portugueses, num debate moderado por Luís Pereira.

A iniciativa é aberta e as inscrições podem ser feitas através do link:

https://www.eventbrite.pt/e/bilhetes-tertulias-da-liberdade-como-construir-a-melhor-cidade-paraviver-334063351477

Fonte - PSD

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