Relativamente às limitações e disrupções na travessia do Tejo por parte da Transtejo/SoflusaBE requer audição, com caráter de urgência, do Ministro das Infraestruturas

Por Jornal Rostos
Assim, a Transtejo/Soflusa afirma que não é possível garantir a realização de todas as carreiras previstas aos ´dias úteis´. Recorde-se que, a 4 de janeiro deste ano, uma lancha da Polícia Marítima colidiu com um barco de passageiros da Soflusa.
Mas os problemas não se limitam aos efeitos provocados pelo abalroamento. Na sua atividade regular têm sido suprimidas várias travessias e, para hoje, está marcada uma concentração de protesto contra esta situação junto à estação do Cais do Sodré.
A Transtejo é responsável pela ligação do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão a Lisboa. A Soflusa faz a travessia entre o Barreiro e o Terreiro do Paço (Lisboa). Trata-se de um serviço público essencial à população que diariamente necessita deste transporte para aceder ao seu emprego. De igual forma, é essencial para reduzir o custo da deslocação dos trabalhadores e para retirar carros das travessias sobre o Tejo. É assim da máxima importância que, mesmo com os problemas resultantes da colisão, a Transtejo/Soflusa tenha sistemas de redundância que lhe permitam assegurar a manutenção da resposta neste momento e em problemas que se venham a registar no futuro. Ainda que garanta que na sua atividade regular não há cancelamentos de travessias e que oferece serviço público regular e de qualidade.













