Crónica do Pato BravoAs nuvens...diz o ditado anunciam tempestade
A mesa do Pato Bravo, às Quintas Feiras, continua animada. Umas vezes uns, outras vezes outros, por lá vão passando para trocar opiniões e tecer comentários.
A vida política local é sempre tema que aquece o ambiente. E, de facto, na última conversa, a reunião de Apresentação do Plano Municipal do Ambiente agitou a conversa.
A vida política local é sempre tema que aquece o ambiente. E, de facto, na última conversa, a reunião de Apresentação do Plano Municipal do Ambiente agitou a conversa.
Por S.P.
Será que a Sessão realizada no dia 6 de Dezembro veio introduzir uma nova forma de fazer política no concelho do Barreiro? Foi o ponto de partida.
Em primeiro lugar todos concordaram que sim. Foi um debate inovador e participado.
Depois, alguém, meteu “veneno” na conversa, comentando: “Mas o debate foi induzido, foi conduzido com chocolates”.
A conversa agitou-se. Dividiram-se as opiniões.
Houve quem defendesse que deveria ter sido proporcionado um espaço para um debate livre de ideias. Um debate mais amplo.
Foi referido que todos puderam participar e expressar, por escrito e de forma livre as suas ideias, e, até, mesmo no final da sessão, foi aberto um espaço para quem considerasse que mais alguma coisa deveria ser acrescentada das opiniões emergentes dos grupos de reflexão.
“As nuvens com os temas que foram colocadas no inicio dos trabalhos limitaram o debate” – comentou-se.
“As nuvens foram a expressão das opiniões de todos os presentes” – contestava-se.
Em conclusão ficou a ideia que esta sessão permitiu, por um lado – uma avaliação da realidade existente, abriu pistas de acção para o futuro, motivou a participação, gerou dinâmicas de grupo.
“Foi uma reflexão aleatória que a partir de uma mostra representativa de cidadãos proporcionou uma avaliação do diagnóstico dos trabalhos de preparação do Plano Municipal do Ambiente e abriu caminhos para o futuro” – comentou-se.
“Foi proposta uma leitura da realidade, com base num diagnóstico que induziu o debate e o conduziu a reflexão por um caminho, orientando-o para o desejo de 2020” – comentou-se.
“O caminho faz-se andando, começou-se a andar para esse desejo de 2020” – sublinhou-se.
Todos ficaram de acordo numa ideia central – O debate está aberto. Não pode ficar fechado. Nem esta sessão deve servir para ornamentar a ideia de participação, que é essencial na implementação e desenvolvimento do Plano Municipal de Ambiente do Barreiro e sermos capazes de sonhar e trabalhar pelo Barreiro de 2020.
O interessante, talvez importante reter é que a discussão que começou no Auditório da Biblioteca Municipal começa, agora, pouco a pouco, a ser um dos temas de conversas, na hora do almoço, de quem gosta e quer discutir a cidade onde vive...mesmo no pato Bravo!
“O debate que ali foi realizado- no Auditório da Biblioteca Municipal - permitiu validar o diagnóstico que foi apresentado sobre o desenvolvimento do Plano Municipal do Ambiente” – concluiu-se.
Na verdade, há nuvens de problemas por resolver... e, como alguém dizia, se há nuvens, anuncia-se a tempestade.
Até 5ª Feira, no almoço no Pato Bravo...está convidado!
Em primeiro lugar todos concordaram que sim. Foi um debate inovador e participado.
Depois, alguém, meteu “veneno” na conversa, comentando: “Mas o debate foi induzido, foi conduzido com chocolates”.
A conversa agitou-se. Dividiram-se as opiniões.
Houve quem defendesse que deveria ter sido proporcionado um espaço para um debate livre de ideias. Um debate mais amplo.
Foi referido que todos puderam participar e expressar, por escrito e de forma livre as suas ideias, e, até, mesmo no final da sessão, foi aberto um espaço para quem considerasse que mais alguma coisa deveria ser acrescentada das opiniões emergentes dos grupos de reflexão.
“As nuvens com os temas que foram colocadas no inicio dos trabalhos limitaram o debate” – comentou-se.
“As nuvens foram a expressão das opiniões de todos os presentes” – contestava-se.
Em conclusão ficou a ideia que esta sessão permitiu, por um lado – uma avaliação da realidade existente, abriu pistas de acção para o futuro, motivou a participação, gerou dinâmicas de grupo.
“Foi uma reflexão aleatória que a partir de uma mostra representativa de cidadãos proporcionou uma avaliação do diagnóstico dos trabalhos de preparação do Plano Municipal do Ambiente e abriu caminhos para o futuro” – comentou-se.
“Foi proposta uma leitura da realidade, com base num diagnóstico que induziu o debate e o conduziu a reflexão por um caminho, orientando-o para o desejo de 2020” – comentou-se.
“O caminho faz-se andando, começou-se a andar para esse desejo de 2020” – sublinhou-se.
Todos ficaram de acordo numa ideia central – O debate está aberto. Não pode ficar fechado. Nem esta sessão deve servir para ornamentar a ideia de participação, que é essencial na implementação e desenvolvimento do Plano Municipal de Ambiente do Barreiro e sermos capazes de sonhar e trabalhar pelo Barreiro de 2020.
O interessante, talvez importante reter é que a discussão que começou no Auditório da Biblioteca Municipal começa, agora, pouco a pouco, a ser um dos temas de conversas, na hora do almoço, de quem gosta e quer discutir a cidade onde vive...mesmo no pato Bravo!
“O debate que ali foi realizado- no Auditório da Biblioteca Municipal - permitiu validar o diagnóstico que foi apresentado sobre o desenvolvimento do Plano Municipal do Ambiente” – concluiu-se.
Na verdade, há nuvens de problemas por resolver... e, como alguém dizia, se há nuvens, anuncia-se a tempestade.
Até 5ª Feira, no almoço no Pato Bravo...está convidado!













