Comissão Concelhia da Moita do PCPAumento na fatura da água, atrasos na entrega da fatura

Por Jornal Rostos
Nos resíduos, desde a privatização da Amarsul, englobada na venda da EGF – Empresa Geral de Fomento ao Grupo Mota Engil, os custos para os municípios com o tratamento dos resíduos quase quadruplicaram, aos quais se soma ainda uma Taxa de Gestão de Resíduos, que por decisão do Governo PS e apoio do BE, duplicou de 2020 para 2021, e continuou ao aumentar até hoje.
Os eleitos do PCP e da CDU defendem que a actual política de resíduos em Portugal é profundamente errada, e a prova está no aumento brutal dos custos para a população ao mesmo tempo que nenhuma das metas a que o governo português se comprometeu na Europa é cumprida. Esta é uma política que sobrecarrega as famílias com os custos enormes de um sistema que se revela ineficaz na resolução dos problemas do sector.
Acresce a esta situação uma degradação dos serviços de entrega das faturas no Concelho da Moita.
A fatura deve ser comunicada por escrito, com pelo menos 10 dias úteis de antecedência face à data-limite fixada para efetuar o pagamento. Os prestadores do serviço, neste caso a Câmara Municipal da Moita, não pode exigir o pagamento de um serviço que tenha sido prestado há mais de seis meses e isto não acontece no concelho da Moita. O serviço de entrega das faturas foi entregue a uma empresa que presta um péssimo trabalho, sem que a câmara acompanhe ou exija qualidade. As cartas chegam muitas vezes fora do prazo ou com poucos dias de antecedência, sendo que por vezes nem chegam, quando nos últimos anos de gestão da CDU eram entregues com mais de 30 dias de antecedência.
Esta incompetência e insensibilidade perante os munícipes leva a que muitas pessoas tenham pago coimas sem terem quaisquer responsabilidades e sem que a câmara municipal reconheça que a situação é dramática, até porque perante recebimentos indevidos quem tem ganho também é a Câmara Municipal. Não pode ser!
16 de janeiro de 2024
Fonte - PCP













