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Bastidores

Reuniões com instituições e personalidades do distritoDirecção Regional de Setúbal do PCP apresenta conclusões do XXII Congresso

A DORS do PCP em reuniões com instituições e personalidades do distrito apresenta conclusões do XXII Congresso e sublinha situações que prejudicam a região - o protelar da construção do Hospital do Seixal, o encerramento da Obstectrícia do Hospital do Barreiro, as opções erradas do Metro Sul do Tejo, os problemas na Fertagus, Ferries para Troia, Carris Metropolitana, transportes fluviais, ou de habitação que se alastram.

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Reuniões com instituições e personalidades do distrito Direcção Regional de Setúbal do PCP apresenta conclusões do XXII Congresso

Por Jornal Rostos

A DORS do PCP está a realizar diversas reuniões com instituições e personalidades do distrito para apresentar as conclusões do XXII Congresso do Partido.
Instituições como a União de Sindicatos de Setúbal/CGTP-IN, cuja reunião se realizará no próximo dia 18 de Fevereiro, a Associação de Municípios da Região de Setúbal (reunião havida a 11 de Fevereiro), a Companhia de Teatro de Almada (reunião havida a 7 de Fevereiro), ou a FERSAP – Federação das Associações de Pais do Distrito de Setúbal (reunião a 12 de Fevereiro), e personalidades como o Bispo de Setúbal, aceitaram já receber delegações do PCP que, para além de procederem à entrega da Resolução Política aprovada no Congresso, que se realizou na 13, 14 e 15 de Dezembro último, transmitem as suas principais conclusões e procuram inteirar-se das
principais preocupações dos seus interlocutores.

O XXII Congresso do PCP, que teve lugar no Complexo Municipal de Desportos Cidade de Almada, constituiu um assinalável êxito, pelos milhares de participantes e pela unidade e confiança que dele emanaram, constactou os grandes perigos que, no plano internacional, convivem com reais potencialidades de desenvolvimento da luta dos povos.

Sublinhou ainda a situação do País marcada pelo domínio dos grupos económicos sobre toda a vida nacional, em que converge a política de direita que PSD e CDS agora prosseguem, mas que não se distingue, no seu essencial e nos interesses que serve, da política do PS que, com CH e IL, a apoiam e suportam, no que é fundamental, como ainda no Orçamento do Estado de 2025 ficou evidente.

Opções que ficam, a cada dia que passa, mais evidentes no protelar constante da construção do Hospital do Seixal, na proposta de encerramento do serviço de Obstectrícia do Hospital do Barreiro, nas opções erradas na expansão do Metro Sul do Tejo, nos problemas na mobilidade dos cidadãos da Península, na Fertagus, nos Ferries para Troia, na Carris Metropolitana ou nos transportes fluviais, ou nos
problemas de habitação que se alastram.
Uma política de um governo que faz o papel de comissão de gestão dos interesses dos grupos económicos e que é geradora de desigualdades e injustiças e uma situação que, em todos os domínios (salários, pensões, serviços públicos, habitação, Segurança
Social, creches e direitos das crianças) reclama uma alternativa política patriótica e de esquerda, que estabeleça uma mudança que as pessoas reclamam, a partir da ruptura com a política de direita em curso.

O Congresso mostrou, entretanto um Partido que, reconhecendo dificuldades e exigências na sua intervenção, cá está para crescer e avançar, determinado a enfrentar com ânimo e determinação todas as batalhas que se lhe apresentam pela frente.

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