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Bastidores

MPT – Partido da Terra exige eleições legislativas antecipadas

O MPT – Partido da Terra exige eleições legislativas antecipadas como única solução que assegura a estabilidade política e a transparência democrática
2 min de leitura

Por Jornal Rostos

O MPT – Partido da Terra, perante a demissão do Primeiro Ministro e a consequente queda do governo, exige eleições legislativas antecipadas, como única solução que assegura a estabilidade política e a transparência democrática.

O MPT – Partido da Terra tem assistido atentamente ao desenrolar dos acontecimentos dos últimos dias e, através da sua Comissão Política Nacional, afirma o seguinte:

· A democracia existe para legitimar os governantes. As eleições são o instrumento legal para efectivar, através do voto livre, os governantes e os mandatos respectivos de quem representa o povo;

· A coligação que actualmente governa o País deveria, em situações normais, cumprir até ao fim o seu mandato, independentemente do seu desempenho. Contudo, no seguimento da demissão do primeiro ministro e em virtude dos resultados eleitorais recentes, onde apenas 13% dos Portugueses votaram na coligação, as eleições deverão ser a única forma de legitimar democraticamente o próximo governo.

Consideramos inaceitável que alguma vez o próximo Governo de Portugal surja de acordos palacianos no interior dos partidos que compõem a coligação, até porque na altura das últimas eleições legislativas nem esta foi votada, nem alguns dos nomes que agora surgem como mais prováveis candidatos a primeiro ministro constavam da lista de deputados, tendo sido a campanha do principal partido da coligação centrada no nome do Dr. José Manuel Durão Barroso para Primeiro-Ministro.

Numa altura em que a Política e os Políticos tantas vezes são questionados pelos seus comportamentos e pela falta de respeito pelos valores da cidadania, apelamos ao Presidente da República que convoque eleições legislativas antecipadas, evitando o factor de instabilidade que seria um Governo “partidocrático de secretaria” e dignificando uma vez mais a intervenção política dos portugueses.

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