CDU passa em revista a área do Ambiente no concelho da Moita
A temática do Ambiente foi debatida por eleitos e activistas da CDU da Moita que avaliaram diversas áreas e intervenções da Câmara Municipal.
A escolha do Ambiente como tema desta avaliação foi explicada por João Lobo, presidente da Câmara Municipal da Moita, eleito pela CDU, pelo facto de ser uma área de extrema importância para o futuro colectivo.
A escolha do Ambiente como tema desta avaliação foi explicada por João Lobo, presidente da Câmara Municipal da Moita, eleito pela CDU, pelo facto de ser uma área de extrema importância para o futuro colectivo.

Por Jornal Rostos
A escolha do Ambiente como tema desta avaliação foi explicada por João Lobo, presidente da Câmara Municipal da Moita, eleito pela CDU, pelo facto de ser uma área de extrema importância para o futuro colectivo: “A melhoria dos serviços de higiene pública, a gestão pública eficaz da água, os sistemas de saneamento cada vez mas abrangentes, um ordenamento do território equilibrado, a conservação, manutenção e criação de espaços verdes são apenas alguns factores importantes que têm estado na base da intervenção da Câmara e que têm contribuído para o aumento da qualidade de vida de toda a população”.
A CDU evidencia o esforço financeiro e humano que a Câmara tem empreendido para melhorar os espaços verdes existentes no Município da Moita, através da manutenção e conservação dos diferentes parques e jardins. Como referiu João Lobo, “queremos continuar a orgulharmo-nos de sermos o concelho da Área Metropolitana de Lisboa com a maior área verde tratada por habitante com um total de mais de 70 hectares de parques e jardins, muitos deles à beira rio”.
O Parque Municipal da Moita tem sido alvo de várias intervenções de melhoria e conservação de diferentes zonas, tornando-o mais seguro e atractivo para todos os utilizadores. Quanto à grande intervenção de fundo, cujo projecto está já concluído, o autarca conta que este seja “implementado faseadamente nos próximos anos”.
Melhorar a imagem urbana e o bem-estar da população, foi assim que a CDU definiu os objectivos das diversas intervenções de requalificação do espaço público a que se tem assistido em todo o concelho da Moita, designadamente a intervenção nos núcleos antigos da Moita e de Alhos Vedros e as diversas obras no âmbito da Operação de Revitalização Urbana da Vila da Baixa da Banheira.
Mais iluminação, novos lugares de estacionamento, novo mobiliário urbano, novas zonas de lazer, automatização dos sistemas de rega, criação de wc’s caninos foram algumas das melhorias introduzidas pela Câmara Municipal da Moita no espaço público urbano.
No que se refere ao abastecimento de água ao concelho da Moita foram enumeradas obras de grande relevância, como a construção do Reservatório Elevado do Alto do Facho, na Baixa da Banheira, a ampliação do Reservatório Elevado das Fontaínhas, no Vale da Amoreira, a execução da conduta adutora entre estes dois reservatórios, a construção do Reservatório Elevado do Rego D’Água e das novas redes de abastecimento de água às zonas do Rego D’Água, Cabeço Verde, Bairro Gouveia e Arroteias, em Alhos Vedros, a execução das novas condutas de água nos Bairros Esperança e 25 de Abril, no Penteado e também do novo furo de captação de água no Alto das Laranjeiras, na Moita, entre outras.
João Lobo fez questão de referir que apesar dos avultados investimentos no reforço do abastecimento de água à população, “não houve alteração do tarifário da água e, como foi recentemente divulgado, o concelho da Moita tem a água mais barata de toda a Área Metropolitana de Lisboa”.
As intervenções que a Câmara tem efectuado ao nível do saneamento básico também não foram esquecidas durante esta visita pelo concelho da Moita, nomeadamente a remodelação da Estação Elevatória de Esgotos do Cais de Alhos Vedros, o tratamento da vala entre a Av. Almada Negreiros e o Núcleo Antigo do Vale da Amoreira, a execução das redes de drenagem de águas residuais na zona industrial e Bairro da Boa Esperança, no Penteado, e no Rego D’Água, em Alhos Vedros, bem como a construção da rede de saneamento básico no Pinhal da Areia, na Moita. No entanto, a construção da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) Moita-Barreiro foi o assunto que mereceu destaque por tantas vezes ter sido adiada devido à reprovação (pelos Governos PSD e PS) das sucessivas candidaturas apresentadas pelos municípios. Com a integração do Município da Moita na SIMARSUL, a Câmara Municipal está a encetar todos os esforços para que a ETAR seja uma realidade. A SIMARSUL aponta para que esta Estação de Tratamento de Águas Residuais esteja construída até ao final de 2007, isto se, esclareceu João Lobo, “não houver qualquer tipo de impedimento por parte do Governo”. Na opinião da CDU, a ETAR é indispensável para a recuperação do Estuário do Tejo: “Queremos que a nossa zona ribeirinha volte a ter qualidade, minimizando os efeitos da poluição da água, para que possa ser usufruída como zona privilegiada de lazer que se assume”, assim afirmou João Lobo.
Num concelho com uma percentagem significativa de reserva ecológica e reserva agrícola, como é o caso da Moita, o ordenamento do território foi também valorizado pela CDU da Moita “Temos assistido a um crescimento sustentado e com qualidade, preservando e valorizando elementos naturais importantes, de que se destaca a zona ribeirinha”, concluiu João Lobo.
A CDU evidencia o esforço financeiro e humano que a Câmara tem empreendido para melhorar os espaços verdes existentes no Município da Moita, através da manutenção e conservação dos diferentes parques e jardins. Como referiu João Lobo, “queremos continuar a orgulharmo-nos de sermos o concelho da Área Metropolitana de Lisboa com a maior área verde tratada por habitante com um total de mais de 70 hectares de parques e jardins, muitos deles à beira rio”.
O Parque Municipal da Moita tem sido alvo de várias intervenções de melhoria e conservação de diferentes zonas, tornando-o mais seguro e atractivo para todos os utilizadores. Quanto à grande intervenção de fundo, cujo projecto está já concluído, o autarca conta que este seja “implementado faseadamente nos próximos anos”.
Melhorar a imagem urbana e o bem-estar da população, foi assim que a CDU definiu os objectivos das diversas intervenções de requalificação do espaço público a que se tem assistido em todo o concelho da Moita, designadamente a intervenção nos núcleos antigos da Moita e de Alhos Vedros e as diversas obras no âmbito da Operação de Revitalização Urbana da Vila da Baixa da Banheira.
Mais iluminação, novos lugares de estacionamento, novo mobiliário urbano, novas zonas de lazer, automatização dos sistemas de rega, criação de wc’s caninos foram algumas das melhorias introduzidas pela Câmara Municipal da Moita no espaço público urbano.
No que se refere ao abastecimento de água ao concelho da Moita foram enumeradas obras de grande relevância, como a construção do Reservatório Elevado do Alto do Facho, na Baixa da Banheira, a ampliação do Reservatório Elevado das Fontaínhas, no Vale da Amoreira, a execução da conduta adutora entre estes dois reservatórios, a construção do Reservatório Elevado do Rego D’Água e das novas redes de abastecimento de água às zonas do Rego D’Água, Cabeço Verde, Bairro Gouveia e Arroteias, em Alhos Vedros, a execução das novas condutas de água nos Bairros Esperança e 25 de Abril, no Penteado e também do novo furo de captação de água no Alto das Laranjeiras, na Moita, entre outras.
João Lobo fez questão de referir que apesar dos avultados investimentos no reforço do abastecimento de água à população, “não houve alteração do tarifário da água e, como foi recentemente divulgado, o concelho da Moita tem a água mais barata de toda a Área Metropolitana de Lisboa”.
As intervenções que a Câmara tem efectuado ao nível do saneamento básico também não foram esquecidas durante esta visita pelo concelho da Moita, nomeadamente a remodelação da Estação Elevatória de Esgotos do Cais de Alhos Vedros, o tratamento da vala entre a Av. Almada Negreiros e o Núcleo Antigo do Vale da Amoreira, a execução das redes de drenagem de águas residuais na zona industrial e Bairro da Boa Esperança, no Penteado, e no Rego D’Água, em Alhos Vedros, bem como a construção da rede de saneamento básico no Pinhal da Areia, na Moita. No entanto, a construção da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) Moita-Barreiro foi o assunto que mereceu destaque por tantas vezes ter sido adiada devido à reprovação (pelos Governos PSD e PS) das sucessivas candidaturas apresentadas pelos municípios. Com a integração do Município da Moita na SIMARSUL, a Câmara Municipal está a encetar todos os esforços para que a ETAR seja uma realidade. A SIMARSUL aponta para que esta Estação de Tratamento de Águas Residuais esteja construída até ao final de 2007, isto se, esclareceu João Lobo, “não houver qualquer tipo de impedimento por parte do Governo”. Na opinião da CDU, a ETAR é indispensável para a recuperação do Estuário do Tejo: “Queremos que a nossa zona ribeirinha volte a ter qualidade, minimizando os efeitos da poluição da água, para que possa ser usufruída como zona privilegiada de lazer que se assume”, assim afirmou João Lobo.
Num concelho com uma percentagem significativa de reserva ecológica e reserva agrícola, como é o caso da Moita, o ordenamento do território foi também valorizado pela CDU da Moita “Temos assistido a um crescimento sustentado e com qualidade, preservando e valorizando elementos naturais importantes, de que se destaca a zona ribeirinha”, concluiu João Lobo.













