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Bastidores

CDU - Baixa da BanheiraFernando Carrasco (re)candidatura à Presidência da Junta de Freguesia

O Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, foi palco para a apresentação da lista da CDU à Assembleia de Freguesia da Baixa da Banheira. Fernando Carrasco, actual presidente da Junta de Freguesia da Baixa da Banheira, assume a candidatura à Presidência da Junta de Freguesia da Baixa da Banheira.

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CDU - Baixa da Banheira Fernando Carrasco (re)candidatura à Presidência da Junta de Freguesia

Por Jornal Rostos

Fernando Carrasco, actual presidente da Junta de Freguesia da Baixa da Banheira, Técnico de Higiene no Trabalho de 52 anos, volta a encabeçar a lista CDU para a Baixa da Banheira. Rogério Corvo, 34 anos, Serralheiro, Helena Gregório, 31 anos, Secretária Administrativa, Nuno Cavaco, 28 anos, Geógrafo, João José da Silva, 68 anos, Reformado, José Bonito Santos, 34 anos, Auxiliar de Apoio e Vigilância, Adelino Botas, 35 anos, Segurança, Daniel Figueiredo, 28 anos, Escultor, Hélia Palma, 32 anos, Engenheira Técnica Agro-Alimentar, e Adriano Encarnação, 56 anos, Bancário, são os 10 primeiros candidatos pela CDU à Assembleia de Freguesia da Baixa da Banheira.
Fernando Carrasco frisou o facto de conhecer bem as características da Baixa da Banheira e das gentes que a habitam. É na sua opinião “uma terra rica de fortes raízes operárias, composta por pessoas que vivem do seu trabalho, com uma grande formação de vida, aprendida na luta do dia-a-dia”. Terra, continuou, “em que o movimento associativo é força viva e singular que tantas consciências cívicas tem formado”.
O candidato da CDU à Junta de Freguesia da Baixa da Banheira garantiu que a participação das pessoas é determinante “para a concretização das medidas que façam da Baixa da Banheira uma terra onde cada vez mais dê gosto viver” e é por isso que este autarca diz estar sempre disponível “para ouvir a população, inserir na minha e na nossa intervenção as suas sugestões e reivindicações”.
Na sua intervenção, João Lobo, actual presidente do Município da Moita e cabeça de lista da CDU à Câmara Municipal afirmou que a lista apresentada “reúne homens, mulheres e jovens identificados com o projecto e as causas CDU que dão todas as garantias de servirem bem a população da Baixa da Banheira”, e que constituem “uma equipa qualificada, competente e empenhada que intervirá na pré-campanha e na campanha eleitoral com a energia, a combatividade e a confiança necessárias” para a vitória da CDU na freguesia da Baixa da Banheira e em todo o concelho da Moita.
Discursando para um público composto por mais de duas centenas de pessoas, João Lobo afirmou que o colectivo CDU tem muitas e boas razões para acreditar que “o vastíssimo e diversificado trabalho que desenvolvemos nas mais diferentes esferas da vida municipal, sempre com grande espírito de renovação”, triunfará sobre as “deturpações mesquinhas e mentiras propositadas daqueles que gostariam de submeter a gestão municipal do concelho da Moita a outros interesses que não os da sua população, a exemplo daquilo que fazem noutros concelho do país”.

Operação de Revitalização Urbana da Vila da Baixa da Banheira – Promoção social, económica e educativa

Para o novo mandato, o autarca afirmou que a CDU vai assegurar a continuação de um “novo ciclo de desenvolvimento, através de políticas claras, coerentes, um desenvolvimento harmonioso, sustentável e identificado com a nossa história e identidade cultural, mas apto e empenhado em trilhar os caminhos da modernidade e do futuro”. Foi, pois, nesta sequência que o actual presidente da Câmara Municipal da Moita enumerou algumas das obras e projectos em curso ou projectadas para o novo mandato, nomeadamente o lançamento do projecto para a construção da Piscina Municipal, na Baixa da Banheira, a afirmação do concelho da Moita no contexto da Área Metropolitana de Lisboa, “através da valorização dos nossos recursos naturais e da sua zona ribeirinha como importante atractivo para a instalação de novos equipamentos, novas empresas e novos residentes”; a Operação de Revitalização Urbana da Vila da Baixa da Banheira que, nas palavras de João Lobo, foi “concebida numa perspectiva integrada para melhorar a qualidade de vida da população e a sua promoção social, económica e educativa”, e também um conjunto de acções desenvolvidas pela Câmara e pelas Juntas de Freguesias que, a par dos projectos estruturantes, “são essenciais ao dia-a-dia da vida da população e do seu bem-estar, dando corpo a uma política e gestão municipais que estão verdadeiramente próximas das populações”.
De referir que foi no âmbito da ORUVBB que a Câmara da Moita construiu o Fórum Cultural José Manuel Figueiredo e o Mercado Municipal da Zona Norte da Baixa da Banheira, recuperou vários equipamentos de recreio e lazer, nomeadamente no Parque José Afonso, melhorou diversos espaços públicos e requalificou as escolas básicas. No total, a autarquia requalificou 9 escolas, renovou 8 parques infantis, reabilitou 11 polidesportivos, requalificou 3 pracetas e revitalizou 17 000 m2 de espaço públicos.
João Lobo concluiu reafirmando a “reforçada vontade de construirmos um grande movimento de opinião e uma grande agregação de esforços individuais e colectivos para garantir que, nos próximos quatro anos, a Moita continuará a ser um ‘Concelho em Movimento’”.
O responsável pela Concelhia da Moita do PCP, José Paleta, não poupou críticas ao Governo PS e às medidas que este apresentou para o combate ao défice público. Com estas políticas, “acentua-se o violento e injusto ataque aos trabalhadores da Administração Pública que abrirá portas e servirá de justificação a novos ataques a direitos e salários de todos os outros trabalhadores”, frisou José Paleta. Foi com indignação que este responsável político afirmou não aceitar “que sejam sempre os mesmos a pagar – os trabalhadores, o povo – e sempre os mesmos a beneficiar – a banca, os grandes grupos económicos”, acrescentando que o Estado poderia arrecadar 800 milhões de euros, em três anos, “se tivesse coragem para acabar com os privilégios ilegítimos concedidos às instituições financeiras e às sociedades gestoras de participações sociais”, garantiu José Paleta.

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