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Bastidores

JSD AlmadaInauguração da Avenida Maria Emília de Sousa

A Comissão Política Distrital de Setúbal da JSD tem vindo a realizar a “Homenagens ao Esquecimento Autárquico” segundo refere em nota enviada para a nossa redacção, apresentada em conferência de imprensa, com o objectivo de “desmascarar as muitas promessas feitas e não cumpridas pelos Presidentes de Câmara”.
No concelho de Almada, a JSD procedeu à “inauguração da Avenida Maria Emília de Sousa”.

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JSD Almada Inauguração da Avenida Maria Emília de Sousa

Por Jornal Rostos

Segundo a JSD, Maria Emília de Sousa é “uma autarca que tem revelado a sua forma monolítica, ultrapassada e autoritária como encara o desempenho do cargo autárquico.”
“Assim é, porque quem fala em Democracia e Opções Participadas, mas apenas respeita e ouve quem com ela partilha a cartilha oficial, assistindo de forma impávida e serena, aos insultos proferidos em relação a todos aqueles que acham que Almada ganharia com outras opções e um outro modelo de desenvolvimento, não se pode classificar como democrata” –acrescenta a JSD.

Rasteira é a prática e política autárquica

“Assim é, porque quem acha que uma cidade como Almada (com uma morfologia urbana peculiar e desordenada), pode contemplar um projecto de Metro Ligeiro de Superfície (sem qualquer troço subterrâneo) que reduz a capacidade de circulação automóvel, e que propõe que parte da única avenida da cidade seja pedonal (com o caos que isso comporta), só demonstra que copiar o que outros fazem, sem adaptar à realidade, é falta de visão e irresponsabilidade” – afirmou a JSD em conferência de imprensa.
“E o que dizer das opções para os antigos terrenos da Lisnave, em que depois de uma guerra com o promotor da chamada “Manhattan de Cacilhas”, porque se achava (e bem) que aquela zona devia contemplar construções rasteiras que não formassem paredes que criassem um impacto visual inaceitável, agora, promove um projecto que contempla a edificação de 2 ou 3 torres de 35 pisos. Um contra-senso que só se explica na forma como se privilegia as receitas da construção em detrimento da qualidade de vida dos Almadenses.
Afinal rasteira é a prática e política autárquica da Sra. Presidente da Câmara Municipal de Almada, que continua a pregar valentes rasteiras a Almada e aos Almadenses” – sublinha a JSD.
Por estas razões a JSD considera que – “não podíamos deixar de “homenagear” a Autarca e a sua “Obra”, que tem feito com que um concelho com tantas potencialidades, cresça mas que não se desenvolva, prometendo-nos o Céu e fazendo-nos descer ao Inferno da falta de qualidade de vida.”

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