Bloco de Esquerda alertaSobre perigos na travessia do Sado

Por Jornal Rostos
“Os barcos convencionais não funcionam neste momento estando prevista a realização das primeiras carreiras fluviais para dia 1 de Julho. O atraso, segundo a imprensa local e a própria concessionária, deve-se à exigência da Comunidade Europeia relativa aos meios de salvamento que os barcos obrigatoriamente devem conter. Acresce a isto a degradação de um pilar de ferro, do lado nascente, que integra a estrutura do betelão de acostagem destes barcos.
A manutenção desta estrutura é da responsabilidade da Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra que até agora, apesar de ter conhecimento da situação há largos meses, não tomou qualquer atitude ou iniciativa.” – sublinha o Bloco de Esquerda.
Agressão à qualidade de vida dos utentes
“Quem observou no fim-de-semana alargado do 10 de Junho a enchente de pessoas que aguardaram à torreira do sol e durante horas o transporte para Tróia e a forma como foram transportadas em magote dentro dos ferrys-boats, perceberá que se está perante uma inqualificável agressão à qualidade de vida dos utentes da praia de Tróia” – salientam o BE.
Por essa razão, os deputados Fernando Rosas e Mariana Aiveca apresentaram requerimento sobre esta situação caótica à Câmara Municipal de Setúbal, porque consideram que com a época balnear existe “limitação imposta à fruição do Direito de lazer”
Os deputados Fernando Rosas e Mariana Aiveca exigem da da Câmara Municipal de Setúbal, resposta às seguintes questões:
1.Tem a Câmara conhecimento das condições precárias, pouco dignas, e de segurança absolutamente duvidosa, em que os utentes de Tróia estão a ser transportados nos ferrys-boats para aquela península?
2.Que solução tem a edilidade Setubalense para ultrapassar a situação supra referida?
3.Tem a Câmara Municipal de Setúbal conhecimento da situação de degradação de um pilar no batelão de acostagem dos barcos convencionais?
4.Instou, notificou ou acordou com a Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra, a tomada de medidas urgentes para remediar a situação por forma a que a segurança dos passageiros não seja posta em causa?
5.Até quando estão previstas as interdições/condicionamentos às praias da Figueirinha, Galapos e todas as outras que integram a faixa costeira da Serra da Arrábida?
6.Quais as medidas que têm sido tomadas no sentido de resolver a situação?
Os Deputados do Bloco de Esquerda, remeteram ao Ministério dos Transportes e Comunicações um requerimento “no sentido de inquirir sobre o real conhecimento deste Ministério sobre a situação descrita e quais as medidas imediatas que se pretendem tomar.”













