Partido Socialista – Barreiro“O PS está mais coeso, o PS que andou escondido alguns anos”
- sublinhou Luís Ferreira, candidato a Presidente da Comissão Política

Por Jornal Rostos
Eduardo Cabrita, mandatário da candidatura de Luís Ferreira à Presidência da Comissão Política Concelhia do Barreiro do Partido Socialista, na inauguração da sede de candidatura, sublinhou que este acto simboliza a forma como esta candidatura e o “PS se apresenta ao Barreiro”, porque a apresentação aos militantes já fora realizada.
O mandatário referiu que está em curso no Partido Socialista um debate interno, que demonstra como o Partido Socialista é “o mais democrático dos partidos portugueses”, sublinhando que as “eleições internas são transparentes”.
Referiu que “enquanto uns andam a discutir as directas” e “outros não se sabe como elegem seus dirigentes” o quadro em que o Partido se move é este de debate interno que demonstra, sublinhou, “o nosso modelo de estar na vida politica local”.
Um compromisso geracional
Eduardo Cabrita, salientou que o recente mandato do Partido Socialista, no concelho do Barreiro, “foi um tempo de esperança” sendo importante que sejam “analisados os erros” tendo como objectivo “trabalhar para 2009”.
Na sua intervenção referiu que a candidatura de Luís Ferreira deve ser apresentada ao Barreiro, como um reflexo da “renovação do Partido Socialista”, uma “renovação de afectos”, “um compromisso geracional” um “modelo de intervenção do Partido Socialista”, perspectivando um “PS mais aberto e participante”, porque no Barreiro, acrescentou, quando o “Partido Socialista foi mais aberto obteve as suas mais gratificantes vitórias”.
“Luís Ferreira significa a esperança dos barreirenses que acreditam no Partido Socialista, no renovar a forma de intervir politicamente e na inscrição do PS na região e no país” – salientou Eduardo Cabrita.
A finalizar salientou o mandatário da candidatura de Luís Ferreira que o Partido Socialista, por ser um partido interclassista, é o partido que melhor “é capaz de representar a realidade política do Barreiro”.
Em nome dos “militantes de base”
Luís Ferreira, candidato à Presidência da Comissão Política Concelhia do Barreiro do Partido Socialista, começou por sublinhar a “mudança do estado de alma” que se está a verificar na vida política do seu partido ao nível local.
“O PS está mais coeso, o PS que andou escondido alguns anos”, está, na sua opinião, a ganhar mais “laços de afectividade”.
Recordou, na sua intervenção, “sou um militante de base” e é, em nome desses, “os militantes de base” que “apresento a minha candidatura” porque “nunca me encarei na lógica aparelhística” de “comprar almas”, referindo, “não compro almas”.
“Falo em nome de um conjunto alargado de militantes. Esta não é a candidatura de Luís Ferreira, é uma candidatura que concilia o lado histórico do Partido Socialista, aqueles que sempre lutaram pelo PS no Barreiro, com o lado da renovação. Esta é uma candidatura que pretende a conciliação do Partido Socialista” – salientou Luís Ferreira.
Antigos militantes PS foram insultados
Na sua intervenção referiu que, neste processo eleitoral, “os mais antigos militantes do Barreiro do Partido Socialista foram insultados”, assunto que lamentou.
Luís Ferreira salientou que o “PS precisa de se afirmar na cidade” e “é importante afirmar que o PS não acabou no dia 9 de Outubro”, acrescentando que se “fosse este PS que se tivesse mobilizado para as eleições autárquicas de 2005, não tinha perdido as eleições”.
Na sua intervenção salientou que o Partido Socialista deve apostar em “vectores de inovação”, perspectivando as “eleições directas dos candidatos para as eleições autárquicas de 2009” sendo para tal fundamental, na sua opinião, que se desenvolva a “reorganização do PS, a sua reestruturação financeira e a forma de fazer politica”.
“O Partido Socialista está adormecido desde o dia 9 de Outubro” – sublinhou Luís Ferreira.
Fazer oposição com determinação
Luís Ferreira, salientou ainda que Joaquim Matias, Vice Presidente da Câmara, do PCP/CDU, em entrevista a um jornal local, demonstra ter “uma visão que tudo está por fazer” refere, sublinhou, “que o Plano Municipal do Ambiente não existe”, mas, “curiosamente tenho fotografias, publicadas em jornais, onde Joaquim Matias, está presente nos debates sobre a discussão e elaboração do Plano Municipal do Ambiente”.
Luís Ferreira, referiu que o “Partido Socialista tem que fazer oposição com determinação” e “combater a CDU de forma inteligente”, referindo que será essencial recordar a “herança negativa da gestão CDU”.
A finalizar a sua intervenção, Luís Ferreira, referiu que “os próximos tempos vão ser agitados” para o Partido Socialista, porque “há fenómenos que nos deixam preocupados”.













