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Bastidores

“Os Verdes”Condenam a opção pela co-incineração
PS desafiou os outros a retirar a SECIL da Arrábida

“O Governo quer fazer crer que queimando resíduos industriais vai “limpar” o país. Nada de mais enganador” declarou a deputada ecologista Heloísa Apolónia, no decorrer do debate realizado na Assembleia da República.

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“Os Verdes” Condenam a opção pela co-incineração PS desafiou os outros a retirar a SECIL da Arrábida

Por Jornal Rostos

Por iniciativa de “Os Verdes”, o Ministro e Secretário de Estado do Ambiente estiveram na Assembleia da República para responder sobre a gestão dos resíduos industriais perigosos em Portugal, “contrariando assim a vontade do Governo que tem mantido este órgão de soberania à margem deste debate” – sublinham “os Verdes”.

No decorrer do debate os deputados de “Os Verdes” condenaram mais uma vez a opção pela co-incineração pelos problemas ambientais e de saúde pública que esta solução acarreta, assim como reafirmaram o seu claro apoio à implementação dos CIRVER que serão instalados na Chamusca.

“O Governo quer fazer crer que queimando resíduos industriais vai “limpar” o país. Nada de mais enganador” declarou a deputada ecologista Heloísa Apolónia, no decorrer do debate realizado na Assembleia da República.

PS desafiou os outros a retirar a SECIL da Arrábida

Uma questão que foi recorrentemente colocada pelos deputados de “Os Verdes” foi a necessidade de justificação da escolha das cimenteiras da Arrábida e de Souselas. A esta questão o Sr. Ministro nunca respondeu.
“Os Verdes” relembraram que é inacreditável que o Governo conceba a queima e o transporte regular de resíduos perigosos em plena área protegida, Governo suportado pelo partido que desafiou todos os outros a retirar a SECIL da Arrábida devido à agressão ambiental que aquela representa.

Co-incineração estava interdita no Parque Natural

Para além disso, “Os Verdes” rebateram o argumento do Governo de que a co-incineração constava do programa eleitoral do PS nas legislativas, pelo que já se sabia que o Governo ia avançar nesse sentido. O facto é que o programa regional do PS não referia isso, para além de que a população de Setúbal estava convicta que a co-incineração estava interdita no Parque Natural, pelo facto do Plano de ordenamento que esteve em consulta pública afirmar tacitamente isso.

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