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Bastidores

PS Setúbal criticaCâmaras CDU que não assinaram acordo de actividades extra curriculares

Vítor Ramalho, líder da Federação de Setúbal do Partido Socialista, em comunicado salienta que cinco Câmaras do Distrito não assinaram “o acordo de colaboração no âmbito da escola a tempo inteiro para a promoção de actividades extra curriculares” e considera que, “esta posição das cinco autarquias de maioria CDU não defende o interesse dos mais desfavorecidos e dos trabalhadores”.

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PS Setúbal critica Câmaras CDU que não assinaram acordo de actividades extra curriculares

Por Jornal Rostos

A Federação Distrital de Setúbal do Partido Socialista, em comunicado enviado para a nossa redacção refere que lamenta – “em resultado da abertura do ano escolar, que pelo menos cinco Câmaras do Distrito, de maioria CDU, não tivessem assinado o acordo de colaboração no âmbito da escola a tempo inteiro para a promoção de actividades extra curriculares, privando os munícipes de um serviço público fundamental, que promove a igualdade de oportunidades e permite a conciliação da vida familiar, pessoal e profissional dos pais dos alunos.”

Esta posição não defende os mais desfavorecidos

Segundo sublinha Vítor Ramalho, líder distrital dos socialistas – “Esta posição das cinco autarquias de maioria CDU não defende o interesse dos mais desfavorecidos e dos trabalhadores, razão pela qual a sociedade civil dessas autarquias, incluindo as Associações de Pais tivessem de intervir, assegurando o prolongamento do horário das escolas, por forma a que nenhuma criança e família ficasse fora da resposta criada.”

CDU continua a não esclarecer renúncias

A finalizar, a Federação Socialista refere que - “O P.S. continua a estranhar que a maioria CDU da Câmara de Setúbal continue a não esclarecer os demais partidos e os eleitores, sobre as razões da exigência das renúncias do Presidente Carlos Sousa e do Vereador Aranha Figueiredo e que a agora nomeada Presidente da Câmara pelo PCP, se tenha “esquecido” que está na Câmara há cinco anos, não se descortinando qualquer obra feita, apesar do descalabro financeiro da Câmara, que não tem paralelo com qualquer passado” – interrogando - “Será que só agora a Câmara quer demonstrar que passou a existir?”

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