Em Almada - Fórum Social PortuguêsUma frente de convergência para a luta contra as políticas neo liberais
Referindo-se que o Fórum é um –“espaço de diálogo e pluralidade de opiniões” e “representa mais uma frente de convergência para a luta contra as políticas neo liberais”.
Por Jornal Rostos
O número de inscrições para o Fórum Social Português atinge mais de 85 associações, que representam as mais diversas áreas de intervenção na sociedade portuguesa.
No Fórum vão estar em debate temas como :TRABALHO, ECONOMIA E GLOBALIZAÇÃO OU DIREITOS DE PARTICIPAÇÃO, DEMOCRACIA, IGUALDADE E LUTA CONTRA AS DICRIMINAÇÕES; contando com a participação de oradores representativos de várias correntes de opinião, nomeadamente : CARVALHO DA SILVA, ANTÓNIO AVELÃS NUNES, INÊS FONTINHA, ELIZABETE BRASIL, MIGUEL VALE DE ALMEIDA, HELENA ROSETA.
DESFILE DE ENCERRAMENTO DO FSP2006, no dia 15
Segundo foi revelado no decorrer da Conferência de Imprensa este nível de prelectores permite – “considerar estes dias de debate como contributos para continuar em Portugal as lutas diárias para ajudar a construir um outro Portugal e um outro mundo”.
O Fórum Social Português irá decorrer em diferentes espaços nomeadamente : FÓRUM ROMEU CORREIA, NOVO TEATRO MUNICIPAL, as ESCOLAS CIRCUNDANTES - FREI LUIS DE SOUSA, EMÍDIO NAVARRO E ANTÓNIO DA COSTA.
Realiza-se um DESFILE DE ENCERRAMENTO DO FSP2006, no dia 15 de Outubro, com inicio às 15 horas, que percorrerá as ruas de Almada, entre a Praça de S. João Batista e o Largo Gabriel Pedro..
PROGRAMA DO FORUM SOCIAL PORTUGUÊS
Será assim, dia-a-dia, o Fórum Social Português 2006.
Sexta-feira, dia 13
15.00/ 17.30
Conferência
Teatro Municipal de Almada
“Portugal numa Europa e num Mundo mais justos, solidários e pacíficos”
Moderadora
Celina Santos
Paz e Guerra
Regina Marques
Militarização
Rui Namorado Rosa
União Europeia e construção Europeia
Sérgio Ribeiro
Ordem internacional e organizações internacionais
José Manuel Pureza
Médio Oriente
Silas Cerqueira
18.00/ 20.30
Conferência
Teatro Municipal de Almada
“Funções sociais do Estado e Serviços Públicos”
Moderadora
Rita Silva
Funções sociais do Estado
Maria do Carmo Tavares
Serviços Públicos
Luísa Ramos
Água
Nuno Vitorino
Educação
Natacha Nunes
Habitação
Helena Roseta
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Sábado, dia 14
10.00/ 12.30
Conferência
Auditório Fernando Lopes Graça do Fórum Municipal Romeu Correia
“Trabalho, Economia e Globalização”
Moderador
Timóteo Macedo
Trabalho
Manuel Carvalho da Silva
Economia e Globalização
António Avelãs Nunes
Feminização da Pobreza
Virgínia Ferreira
Tráfico de Mulheres
Inês Fontinha
Mobilidade humana e tráfico
Pe. Rui Pedro
10.00/ 12.30
Conferência
Auditório do Externato Frei Luís de Sousa
“Ambiente, soberania alimentar e desenvolvimento sustentável”
Moderadora
Marisa Matias
Soberania alimentar e agricultura
João Vieira
Desenvolvimento sustentável
Mário Ruivo (a confirmar)
Ambiente
Luís Vicente
Activismo ambiental
Rita Alcazar
10.00/ 12.30
Conferência
Ginásio da Escola Secundária Emídio Navarro
“Direitos, Participação, Democracia, Igualdade e Luta contra as Discriminações”
Moderadora
Natacha Amaro
Direitos das mulheres
Elisabete Brasil
Direitos LGBT
Miguel Vale de Almeida
Imigrantes
Jorge Emanuel Gomes da Silva
Racismo e xenofobia
Manuel Correia
Participação cívica
Lia Vasconcelos
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14.30/ 17.00
Iniciativas auto-organizadas
“A Flexisegurança”
Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses –Intersindical Nacional (CGTP-IN)
Auditório Fernando Lopes-Graça do Fórum Municipal Romeu Correia
“Existe Movimento Social em Portugal?”
ATTAC Portugal
Auditório do Externato Frei Luís de Sousa
“Aborto: uma luta decisiva para as mulheres”
Movimento Democrático de Mulheres (MDM)
Sala Pablo Neruda do Fórum Municipal Romeu Correia
“Direitos Sexuais e Reprodutivos – uma questão de dignidade humana”
Coordenação Portuguesa da Marcha Mundial das Mulheres
Auditório da Escola Básica D. António da Costa
“Despenalização da Interrupção Voluntária da Gravidez”
Juventude Socialista
Palco do Ginásio da Escola Secundária Emídio Navarro
“Processo de Bolonha: destruição do Ensino Superior Público português”
Juventude Comunista Portuguesa (JCP)
Escola Básica D. António da Costa
“Guerra no Iraque, Líbano e Palestina - A Face do imperialismo”
Conselho Português para a Paz e Cooperação – CPPC
Escola Básica D. António da Costa
“Protecção civil, bombeiros e segurança”
Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local - STAL
Escola Básica D. António da Costa
“O comércio justo como alternativa sustentável: experiências interactivas e debate”
Cores do Globo
Escola Básica D. António da Costa
“A Não-Violência: projecto de transformação pessoal e social”
Movimento Humanista
Escola Básica D. António da Costa
“Multiculturalidade e diversidade cultural na sociedade portuguesa” (teatro)
Grupo de Teatro do Oprimido
Auditório da Escola Secundária Emídio Navarro (15 horas)
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17.30/ 20.00
Iniciativas auto-organizadas
“Processos de Luta e Construção de Alternativas, a actualidade do Socialismo”
Partido Comunista Português
Auditório Fernando Lopes-Graça do Fórum Municipal Romeu Correia
“Violência de Género - entre marido e mulher que alguém meta a colher” (Com passagem do filme “Dou-te os meus olhos”)
União das Mulheres Alternativa e Resposta
Sala Pablo Neruda do Fórum Municipal Romeu Correia
“Partidos e movimentos na construção de uma alternativa política em tempos de globalização”
Bloco de Esquerda
Auditório do Externato Frei Luís de Sousa
“A habitação é um direito”
Solidariedade Imigrante – Associação de Defesa dos Direitos dos Imigrantes em parceria com Plataforma artigo 65.º e comissões de moradores do Bairro das Marianas – Cascais, Azinhaga dos Besouros – Amadora e da Quinta da Serra e da Quinta da Vitória - Loures
Auditório da Escola Secundária Emídio Navarro
“Mulheres e Resistências: … ao Iraque!”
ATTAC Portugal
Auditório da Escola Básica D. António da Costa
“Igualdade: Casamento entre pessoas do mesmo sexo”
Juventude Socialista
Palco do Ginásio da Escola Secundária Emídio Navarro
“A energia no secúlo XXI - sim ou não ao nuclear?”
Contraponto – Cooperativa Cultural
Escola Básica D. António da Costa
“Educação para a cidadania democrática”
Movimento Escola Moderna
Escola Básica D. António da Costa
“Barragens: quem beneficia delas?”
Movimento dos Atingidos por Barragens e Grupo e Intervenção e Acção Ambiental (GAIA)
Escola Básica D. António da Costa
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Domingo, dia 15
10.00/ 12.30
Iniciativas auto-organizadas
“A importância social do Movimento Associativo Popular”
Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto
Auditório Fernando Lopes-Graça do Fórum Municipal Romeu Correia
“Movimento de mulheres - combates e rupturas”
Movimento Democrático de Mulheres - MDM
Sala Pablo Neruda do Fórum Municipal Romeu Correia
“Solidariedade com o Sahara Ocidental - Pela Paz e Autodeterminação dos Povos”
Auditório da Escola Secundária Emídio Navarro
“Guerra, império e luta pela paz”
Grupo Manifesto
Escola Básica D. António da Costa
“Cuba: 47 anos de luta pela soberania, 47 anos de combate ao terrorismo”
Associação de Amizade Portugal-Cuba
Escola Básica D. António da Costa
“O futuro da Permacultura em Portugal”
Grupo de Acção e Intervenção Ambiental - GAIA
Escola Básica D. António da Costa
“Água e Ambiente”
Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local – STAL
Escola Básica D. António da Costa
“Jovens e Feminismos”
União das Mulheres Alternativa e Resposta
Escola Básica D. António da Costa (11 hora s)
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15.00 horas
Desfile de encerramento
Da Praça S. João Baptista ao Largo Gabriel Pedro
Programa cultural do FORUM
Sexta-feira, 13 de Outubro, às 22 horas
A centenária Academia Almadense recebe, no primeiro dia do Fórum Social Português, um espectáculo em que os valores da cultura, da paz e da solidariedade serão uma constante.
Escolas de música da Sociedade Filarmónica União Artística Piedense – SFUAP
Grupo instrumental de sopros, dirigido pelo professor João Veríssimo
Ensemble de violinos com piano e flauta, dirigido pela professora Irina.
Amélia Muge
As suas composições surgem de uma interacção entre o poema e o mundo. A descoberta dessa mundividência, que não conhece estilos musicais, está ancorada no percurso da palavra e da música portuguesa criada através da lusofonia. Os seus concertos revelam uma teia de intenções, forçando os estilos e o seu imaginário, e interrogando as formas de fazer e escutar a música.
Por isso Amélia tem o aqui e agora de uma voz que convoca um mundo próprio, num caleidoscópio de cumplicidades entre os novos sons e os sons de sempre. O seu próximo CD será editado em Novembro de 2006.
Filipa Pais
Uma intérprete de excepção, uma voz cuja beleza e riqueza tímbrica permitem que vagueie por vários universos musicais sendo que as sonoridades lusófonas têm um lugar predileto no seu repertório. Galardoada com o Prémio José Afonso, Filipa Pais parte sempre de uma matriz tradicional para construir o seu espectáculo, interpretando temas de autores e compositores portugueses, mas também de brasileiros, africanos, galegos porque a sua música é já uma música do mundo!
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Sábado, 14, às 21h00
Aos participantes no FSP será oferecida uma entrada para a peça que a Companhia de Teatro de Almada leva à cena no novo Teatro Municipal de Almada.
Companhia de Teatro de Almada
D. Juan, de Moliére
Encenação de Joaquim Benite
Na história da literatura universal é raro encontrar um assunto e uma personagem tão ricos como D. Juan, figura profundamente humana, que simboliza a alegria de viver, o prazer terrestre, o amor insaciável e uma liberdade total do espírito.
Foi nas obras dos imitadores franceses e italianos do texto de Tirso de Molina que Molière (Jean-Baptiste Poquelin, 1622-1679) se inspirou para o seu Dom Juan, ou Le Festin de Pierre, uma obra em cinco actos e em prosa estreada em Paris em Fevereiro de 1665.
Molière escreveu Dom Juan em quinze dias. Pode considerar-se esta obra uma comédia trágica. Desde o início é previsível a aniquilação de D. Juan. Mas o que não morre é a sua revolta contra a ordem (a ordem social e a ordem divina), a reivindicação da liberdade e da alegria como únicas saídas para o homem condenado ao nada.
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Grupo de Teatro do Oprimido
O Teatro do Oprimido é uma metodologia de intervenção social que tem como objectivo contribuir para o desenvolvimento comunitário, através de peças teatrais sobre temas que afectam a sociedade (ao nível macro) ou a comunidade (ao nível micro). Através da participação e envolvimento de actores e públicos (categorias mutuamente reversíveis), cria-se um processo de reflexão mútua. Ao contrário do que acontece no teatro convencional, os espectadores podem, no fim da peça, entrar nela propondo (actuando) possíveis soluções – resultantes da sua vivência e história de vida – para o problema apresentado. Usando a actividade teatral e o palco como um espaço neutro para a exposição, discussão e análise de ideias, desenvolve-se assim a participação cidadã, onde todos têm direito a exprimir as suas ideias e vê-las contestadas pelos outros.
Esta metodologia é hoje praticada em 70 países no mundo. Em Portugal, o GTO é pioneiro na utilização desta técnica para o desenvolvimento das comunidades, tendo no seu currículo o trabalho em diversos bairros sociais da área metropolitana de Lisboa: Ameixoeira, Quinta das Laranjeiras, Casal dos Machados, Cova da Moura, Quinta do Mocho, Apelação, Laranjeiro e Feijó entre outros.
Actuações: Sábado, às 15 e às 16.30, no pequeno auditório da Escola Secundária Emídio Navarro.
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Roncos do Diabo
Sábado, 14, entre as 15 e as 19 na Praça da Liberdade













