Vereadores PSD Almada criticamAtraso de mais de dois anos na entrada em funcionamento do MST
Para o PSD esta proposta “peca por tardia” e nesse sentido critica os atrasos na construção do MST e exige “mais respeito pelos dinheiros públicos”.

Por Jornal Rostos
Em declaração de voto, Pedro Roque Oliveira, Vereador do Partido Social Democrata na Câmara Municipal de Almada, clarifica a sua tomada de posição sobre a proposta de disponibilização dos terrenos do domínio público e provado do município necessários à execução do Metropolitano Sul do Tejo e exigem “mais respeito pelos dinheiros públicos”.
Proposta peca por tardia
A posição assumida pelos Vereadores do PSD, salientam que o “seu sentido de voto” foi votarem “favoravelmente a proposta” de disponibilização dos terrenos e expressam o “apreço e congratulam-se pela mesma muito embora considerando, que a mesma, infelizmente peca por ser tardia.”
“Os vereadores em nome PSD reiteram aquilo que têm vindo, em ocasiões anteriores, a dizer sobre o assunto. Isto é, que a obra deveria e poderia estar concluída nos prazos previstos (Dezembro de 2005) e que a responsabilidade pelo atraso das obras não é imputável à concessionária, já que esta cumpriu os prazos, mas à Autarquia Almadense e ao actual Governo.” – sublinham na declaração de voto.
Atraso de mais de dois anos na entrada em funcionamento do MST
“À Autarquia, por acção, uma vez que era a ela que lhe competia libertar e disponibilizar atempadamente os terrenos do eixo central da cidade de Almada para que a construção da infra-estrutura pudesse prosseguir e, ao actual Governo, por omissão já que é ele o concedente, isto é, o financiador e o dono da obra e nada fez para obviar à situação.” – salientam os vereadores do PSD.
Consideram os vereadores do PSD que “os prejuízos causados e que resultarão num atraso de mais de dois anos na entrada em funcionamento deste meio de transporte afectam todos em geral mas, em particular: os utentes dos transportes colectivos e particulares que já poderiam ter aqui uma excelente alternativa de transporte rápido, regular e cómodo que pudesse retirar da estrada muitos autocarros e automóveis particulares mas que, deste modo, continuam sem poder usufruir do MST.”
Transportes individuais continuem a proliferar
Segundo o PSD os atrasos na construção do MST prejudica também – “todos os almadenses e o ambiente já que, retirar essas viaturas motorizadas, significaria reduzir substantivamente as emissões de carbono e poluentes para a atmosfera e baixar os níveis de ruído.
De facto, o atraso motiva que os transportes individuais continuem a proliferar e muitas toneladas de carbono foram e serão ainda emitidas contrariando o discurso pseudo - ambientalista da autarquia almadense” .
Exige-se mais respeito pelos dinheiros públicos
Na declaração de voto do PSD, refere-se , a finalizar : “Por último, mas não por menos, perdem os cidadãos contribuintes em geral uma vez que o atraso da obra ocasionará sobrecustos na mesma que terão, necessariamente, de ser suportados pelo Estado isto é, por todos sobretudo numa altura em que o Governo opera cortes brutais nas despesas. Exige-se mais respeito pelos dinheiros públicos.”













