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Bastidores

PSD SetúbalFalta de policiamento de proximidade que se vive na cidade de Setúbal

A Comissão Política de Secção de Setúbal do PSD e os Vereadores eleitos na Câmara reuniram no Comando Distrital de Setúbal com o Intendente Matias David, relativamente ao clima de insegurança vivido actualmente na cidade de Setúbal.

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PSD Setúbal Falta de policiamento de proximidade que se vive na cidade de Setúbal

Por Jornal Rostos

Como balanço final da reunião, o PSD refere que “congratula-se com o reforço de policiamento previsto para o final do presente mês (dia 25), já anunciado publicamente pelo Sr. Intendente Matias David.”
O PSD sublinha que “sente que cumpriu o seu dever ao ter alertado publicamente para o fenómeno da insegurança e de falta de policiamento de proximidade que se vive na cidade de Setúbal.”
No entanto, sublinha que “este alerta público do PSD decorre da frustração com a ausência de resposta pela Sra. Presidente da Câmara relativamente às inúmeras insistências nas reuniões de executivo camarário pelos vereadores do PSD para que fossem tomadas medidas e, a nível institucional, fossem abordadas as autoridades.”
“Verificámos como supúnhamos, que a Sra. Presidente da Câmara até à data nunca reuniu com o Comandante Distrital da PSP de Setúbal, a fim de abordar este tema e outros que dizem respeito à gestão da cidade.” – sublinha a Comissão Politica de Setúbal do PSD.

O papel da Câmara de Setúbal

“Relativamente ao mesmo tema, continuamos a defender que a Câmara Municipal de Setúbal não tem medidas concretas que ajudem a prevenir este clima de insegurança, mesmo que se considere que o mesmo é de origem psicológica, o que não subscrevemos.
A ausência dessas medidas concretas terão como origem complexos ideológicos como se tem revelado nas sucessivas respostas às nossas questões em reunião de Câmara.” – refere o PSD.
“As áreas onde a autarquia pode intervir são, nomeadamente, a regulamentação das actividades de arrumadores de automóveis e de guarda nocturno, que se encontram por regulamentar desde Janeiro de 2003, data em a partir da qual essas competências foram transferidas dos governos civis para as câmaras municipais. Para além disso, os graffitis e rabiscos nos edifícios da cidade podem ser evitados, sensibilizando os seus autores, muitos dos quais se encontram identificados pela própria autarquia, que tem solicitado este tipo de trabalho artístico nalguns locais, que consideramos inadequados, como é exemplo paradigmático o túnel da Praça do Quebedo” – salienta a nota enviada para a nossa redacção pelo PSD Setúbal

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