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Bastidores

Comissão de Utentes da Linha do SadoDefendem “comboios seguros, cómodos, rápidos, apoiados em estações seguras e com conforto”

Na passada quarta-feira, dia 5 de Novembro, realizou-se uma conferência de imprensa, na sede da junta de freguesia do Pinhal Novo, promovida pela Comissão de Utentes da Linha do Sado. Não deixando de manifestar “regozigo” pelo arranque das obras de electrificação e beneficiação do troço Barreiro-Pinhal Novo, revelaram preocupação quanto ao tipo de estruturas que irão surgir, e contestaram a falta de informação da CP e da REFER relativamente a esses trabalhos, assim como se queixaram de “generalizados atrasos e supressão de comboios nas horas de ponta”.

Nesse âmbito, defendem “comboios seguros, cómodos, rápidos, apoiados em estações seguras e com conforto”

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Comissão de Utentes da Linha do Sado Defendem “comboios seguros, cómodos, rápidos, apoiados em estações seguras e com conforto”

Por Jornal Rostos

Convocada a conferência por considerarem que existe uma “forte incerteza quanto ao próximo futuro”, a Comissão de Utentes da Linha do Sado, apesar de manifestar um “sentimento de grande regozijo” pelo arranque dos trabalhos de electrificação e beneficiação do troço Barreiro-Pinhal Novo, não deixa de mostrar preocupação quanto ao tipo de estruturas que irão surgir e queixam-se da falta de informação da parte da CP e da REFER nesse âmbito, acrescida de “generalizados atrasos e supressão de comboios nas horas de ponta”. Nesse sentido, defendem “comboios seguros, cómodos, rápidos, apoiados em estações seguras e com conforto”

“Espaços de estacionamento junto das estações devem ser espaços gratuitos para os utentes”

Defendendo que a exploração da Linha do Sado não seja privatizada e que permaneça na CP, a Comissão de Utentes da Linha do Sado queixa-se da falta de condições dos abrigos provisórios para os passageiros nas estações de comboios “sem o mínimo de conforto e de defesa do frio”. Relativamente às acessibilidades, defendem que os “espaços de estacionamento junto das estações devem ser espaços gratuitos para os utentes”.

Que a electrificação da linha “não venha a dar lugar a despedimentos de trabalhadores ferroviários”

Exigem ainda que o preço tarifário não ultrapasse o que é praticado na Linha de Sintra, “em nome da defesa dos interesses dos utentes e do que se entende ser do próprio interesse para o desenvolvimento económico da região e do esperado aumento do número de passageiros”, sublinham, assim como defendem que a electrificação da linha “não venha a dar lugar a despedimentos de trabalhadores ferroviários”.

Informam ainda que na carta enviada ao presidente do Conselho de Gerência da CP, a 30 de Outubro, solicitaram que electrificada a linha, os comboios regionais a funcionar com partida e chegada em Pinhal Novo “passem a ter a sua partida e chegada ao Barreiro”.

Foto: Barreiroweb.com
José Encarnação

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