Coordenadora Distrital de Setúbal do Bloco de EsquerdaSaúda a luta dos professores
A coordenadora Distrital de Setúbal do Bloco de Esquerda, em comunicado enviado para o “Rostos”, saúda e solidariza-se com a luta dos professores, “contra este modelo de avaliação, em defesa da dignificação da profissão docente, pela Escola Pública com qualidade”, sublinha.
O comunicado adianta ainda que o grupo parlamentar do Bloco de Esquerda apresentou um projecto de resolução com vista à suspensão do actual modelo de avaliação de professores, considerado "burocrático e inadequado" e propõe, em alternativa, a adopção faseada de um novo modelo de Avaliação de Escolas e Docentes, formativo.

Por Jornal Rostos
A Coordenadora Distrital de Setúbal do Bloco de Esquerda critica o que entende ser a “arrogância e prepotência da ministra da Educação” que “não tem conseguido calar a indignação que se levantou nas escolas por todo o país”, sublinha contra o que diz ser a “a imposição de um modelo de avaliação burocrático, que se enquadra na orientação economicista, fundamentada no actual Estatuto da Carreira Docente.”
Defesa do “acto educativo participativo e participado"
A Coordenadora Distrital defende o “acto educativo participativo e participado, em que os professores e educadores não podem ser reduzidos a distribuidores de instrução e os alunos como meros clientes de uma massa de conhecimento sem qualquer coesão e desfasados da realidade”. E considera que “a causa a que se refere esta luta, não diz respeito apenas aos professores, mas alarga-se aos pais, e aos alunos” e é nesse âmbito que acrescenta: “Os milhares de professores que têm saído à rua, nas diversas manifestações, devem manter-se unidos para uma exigência da suspensão da aplicação deste modelo de avaliação e pela revogação do Estatuto da Carreira Docente.”
Bloco de Esquerda apresentou um projecto de resolução com vista à suspensão do actual modelo de avaliação de professores
No comunicado refere ainda que o grupo parlamentar do Bloco de Esquerda já apresentou um projecto de resolução com vista à suspensão do actual modelo de avaliação de professores, considerado "burocrático e inadequado e responsável pela instabilidade e ‘pandemónio’ que se vive nas escolas”. Em alternativa, o Bloco propõe "a adopção faseada de um novo modelo de Avaliação de Escolas e Docentes, formativo.













