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Terminal Rodo – Fluvial Barreiro «muda» para QuimiparqueActividades portuárias da Atlanport consideradas «incompatíveis» com o processo de requalificação da Quimiparque

. Requalificação de cerca de 60 quilómetros da margem esquerda do estuário do Tejo entre a Trafaria e o Samouco

De acordo com noticia da LUSA/Diário Digital já é conhecida a proposta de Plano Estratégico do Arco Ribeirinho Sul e as propostas de intervenção elaboradas pelo Grupo de Trabalho criado pelo Governo, em Setembro de 2008, as quais irão ser objecto de parecer dos municípios de Almada, do Seixal e do Barreiro, assim como, terão de ser aprovadas em Conselho de Ministros.

Uma das propostas refere a notícia da LUSA será a mudança do Terminal Rodo Fluvial do Barreiro para o território da Quimiparque, indo ao encontro de uma proposta já defendida quando do debate das ideias estratégicas para o território da Quimiparque.
A proposta refere, ainda, que o traçado do Metro Sul do Tejo deve ser repensado, outra matéria que vai ao encontro de sugestões apresenhtadas pelo município do Barreiro e Quimiparque.

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Terminal Rodo – Fluvial Barreiro «muda» para Quimiparque Actividades portuárias da Atlanport consideradas «incompatíveis» com o processo de requalificação da Quimiparque

Por Jornal Rostos

Segundo refere a noticia do Diário Digital/LUSA a proposta do grupo de trabalho criado pelo Governo, explica que com a eventual desactivação do troço final da linha ferroviária do Alentejo, o terminal fluvial do Barreiro perderia parte da sua importância locativa.
«A operação de reconversão urbanística nos terrenos da Quimiparque pode justificar uma deslocalização do terminal fluvial para esta área, que permitiria também encurtar o tempo de percurso entre o Barreiro e Lisboa e contribuir para o reforço da nova centralidade. Esta opção permitiria também reduzir os impactos da circulação de embarcações que actualmente se faz numa zona de forte sensibilidade ambiental», refere o documento, ao qual a LUSA teve acesso.

Atlanport e às actividades desenvolvidas de descargas de sucata são «incompatíveis» com o processo de «requalificação urbana»

Em relação ao terminal portuário da Atlanport e às actividades desenvolvidas de descargas de sucata, o grupo de trabalho considera que são «incompatíveis» com o processo de «requalificação urbana e ambiental que se pretende» e explica que devem ser criadas alternativas para fazer chegar esses produtos à Siderurgia.

Terminal portuário da Tanquipor

Quanto à actividade do terminal portuário da Tanquipor, refere a noticia que o grupo de Trabalho considera que «está dependente das unidades instaladas na zona nascente da Quimiparque», mas lembra a «perigosidade das substâncias movimentadas neste terminal».

Traçado do Metro Sul Tejo

O documento defende também que para fazer face às operações de reconversão previstas, onde está incluída a eventual relocalização do terminal fluvial do Barreiro, e à implantação da nova gare intermodal no Lavradio, o traçado do Metro Sul Tejo «preconizado no Anteprojecto de 1995-96 deverá ser reequacionado tendo em vista servir e reforçar as novas centralidades».
Por outro lado, sublinha quanto à proposta de plano estratégico da Administração do Porto de Lisboa, que apresenta um conjunto de soluções para as infra-estruturas portuárias da margem esquerda do estuário do Tejo, estas terão de ser articuladas com as novas vocações e ocupações que virão a ser instaladas.
«A pretensão de instalação de um terminal de contentores ´de segunda linha´ nos terrenos da Quimiparque terá de ser avaliada em função do novo papel que se pretende que este território, em pleno centro do Arco Ribeirinho», defende a proposta divulgada pela noticia da LUSA/Diário Digital..

Requalificação de cerca de 60 quilómetros da margem esquerda do estuário do Tejo, entre a Trafaria e o Samouco

O plano estratégico refere também que devem ser aproveitadas as qualidades «ambientais e cénicas deste território».
«Pretende-se estruturar um corredor ecológico ao longo Arco Ribeirinho, através da requalificação de cerca de 60 quilómetros da margem esquerda do estuário do Tejo, entre a Trafaria e o Samouco. Cerca de 10 por cento deste corredor já se encontram tratados», aponta.
Esta proposta como se sabe é fruto da criação do Grupo de Trabalho que o Governo lançou em Setembro do ano passado, com a finalidade de definir linhas estratégicas para o Arco Ribeirinho Sul, visando a requalificação urbanística das áreas da margem sul do estuário do Tejo, nos concelhos de Almada (55 hectares da Margueira), Barreiro (290 hectares da Quimiparque) e Seixal (536 hectares da Siderurgia Nacional).
A proposta de plano estratégico e as propostas de intervenção pelo grupo de trabalho, em algusn aspectos divulgadas pela LUSA/Diário Digital, serão, ainda, objecto de parecer dos municípios de Almada, do Seixal e do Barreiro, e, igualmente, sterão de ser aprovadas em Conselho de Ministros.

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