Luís Carloto Marques – MPT / SetúbalInterroga Governo sobre Ciclovias na Península de Setúbal
O Deputado considera que os cidadãos não podem ser discriminados negativamente nos meios que escolhem para se deslocar e que todos os utentes devem ter idênticas condições de segurança nas suas deslocações, nomeadamente se estas se efectuarem através de meios suaves.

Por Jornal Rostos
Segundo Luís Carloto Marques – “excepção efectuada à Serra da Arrábida, a Península de Setúbal caracteriza-se por uma geografia plana onde a locomoção em curtas distâncias se poderá efectuar através de um modo suave e sem constrangimentos, desde que sejam oferecidas condições de segurança aos utentes de tais meios de transporte.
Salvo os casosde algumas autarquias que se encontram a desenvolver redes de ciclovias dentro das estradas sob sua responsabilidade, ainda que numa perspectiva do lazer, os cidadãos que se deslocam de modo suave não dispõem, em regra, das mais elementares condições desegurança para o efectuar. Nem tão-pouco aos peões lhes é destinado um pequeno espaço.”
Cidadãos que se deslocam através de modos suaves não podem ser descriminados negativamente
Considera o deputado do MPT que – “os cidadãos que se deslocam através de modos suaves não podem ser descriminados negativamente quanto ao seu modo de locomoção. O Estado, através das suas instituições, para além de ter a obrigação de assegurara segurança dos cidadãos nos seus vários modos de locomoção, deve promover, também, o uso dos transportes suaves, mercê da nossa forte dependência de energias fósseis facto, aliás, que acontece já em muitas metrópoles europeias.”
Promover o uso de transportes suaves na península de Setúbal
O Deputado perguntou ao Ministério das Obras Públicas, Transportes e
Comunicações,se tem” algum projecto ou iniciativa para promover o uso de transportes suaves na península de Setúbal e se tenciona dotar esta região das infra-estruturas necessárias a uma locomoção em segurança com recurso a tais meios e transporte.”













