«A vitória da CDU é a vitória de Almada»Câmara continuará a exigir os projectos estruturantes em Almada
A CDU, afirmou, «não é apenas uma força de luta e resistência, que nos honra, mas também uma força capaz de assumir as mais elevadas funções governativas» e que tem projectos para melhorar a vida dos trabalhadores e das populações. A acção realizada em Almada e noutros concelhos do País, condição indispensável para o desenvolvimento regional e local no Parlamento Europeu e na Assembleia da República, comprovam-no."

Por Jornal Rostos
Na sessão de apresentação, que decorreu na tenda na Quinta Alto Pau da Bandeira, junto ao Cristo Rei, com uma magnífica vista sobre o Tejo e Lisboa, participaram, além dos candidatos, responsáveis das forças políticas que integram a coligação – Jorge Cordeiro, Margarida Botelho, Vanessa Silva e Antónia Lopes, pelo PCP, Álvaro Saraiva, pelo PEV, e João Geraldes, pela Intervenção Democrática – ID.
Maria Emília de Sousa, na sua intervenção, realçou que Almada é, hoje, um município conhecido em Portugal e na Europa. «Somos uma terra de vanguarda em várias questões do domínio local», afirmou, referindo-se ao apoio à investigação, à educação ou à cultura. Em seguida, salientou que «temos a rede social solidária mais avançada do País», abrangendo já cerca de 50 instituições.
Realçando que a CDU continuará a contrariar a lógica do subúrbio, criando novas centralidades no concelho, a candidata garantiu também que, com a CDU, a Câmara continuará a exigir os projectos estruturantes em Almada: o Polis na Costa da Caparica até 2013, o Metro no Arco Ribeirinho Sul e até à Costa da Caparica
Recordando que «não cabe às autarquias a definição das políticas de emprego, mas sim aos governos nacionais, Maria Emília de Sousa garantiu que «não nos divorciaremos desta questão e iremos continuar a contribuir para criar e defender o emprego», nomeadamente apoiando a instalação de indústrias de base tecnológica, ligada à investigação científica que se realiza em Almada, na Faculdade de Ciências e Tecnologia.
Também as micro, pequenas e médias empresas estão e continuarão a estar no centro das preocupações da CDU em Almada, garantiu a actual presidente da Câmara Municipal. A isenção da derrama às empresas de menor dimensão – medida levada a cabo pela autarquia, e que é para continuar – abrangeu 70 por cento dessas empresas no concelho. A isenção total de taxação de mudança de uso de imóveis para a instalação de comércio e serviços foi outra medida aprovada e já em prática, lembrou, acrescentando que, por ano, são concedidos 500 mil euros para apoiar o comércio tradicional.
Maria Emília de Sousa valorizou também que a CDU se apresentará às próximas eleições autárquicas com o programa eleitoral não só completamente cumprido, como mesmo ultrapassado em algumas áreas.
Álvaro Saraiva, do Partido Ecologista Os Verdes, destacou que integrar a CDU é, para o seu partido, um compromisso de trabalho num projecto colectivo por uma vida melhor. Destacando o «espaço plural» que é a coligação, chamou a atenção para o facto de não ser pelo PS nem pela direita «que passa a defesa do poder local democrático».
Já Jorge Cordeiro, da Comissão Política e do Secretariado do Comité Central do PCP, realçou que o trabalho e a obra feita pela CDU em Almada é inseparável dos eleitos que a levaram à prática. E lembrou que estes não estão sozinhos, tendo o apoio de «muitos outros que, anonimamente, asseguram a nossa ligação aos trabalhadores e ao povo». Realçou igualmente a necessidade de reforçar a CDU já no próximo dia 7 de Junho, nas eleições para o Parlamento Europeu.
A CDU, afirmou, «não é apenas uma força de luta e resistência, que nos honra, mas também uma força capaz de assumir as mais elevadas funções governativas» e que tem projectos para melhorar a vida dos trabalhadores e das populações. A acção realizada em Almada e noutros concelhos do País, condição indispensável para o desenvolvimento regional e local no Parlamento Europeu e na Assembleia da República, comprovam-no."













