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Bastidores

No BarreiroSecretário de Estado Adjunto e da Saúde reforça importância da criação do Centro Hospitalar do Barreiro/Montijo

“Estes dias são dias de felicidade pela criação do Centro Hospitalar do Barreiro/Montijo e pelas condições que se abrem para melhorar o funcionamento deste Centro Hospitalar”, começou por dizer o Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Francisco Ramos, na sexta-feira passada, na sessão solene comemorativa do 24.º Aniversário do Hospital de Nossa Senhora do Rosário, que contou, também, com a presença do Governador Civil do Distrito de Setúbal, Mário Cristóvão.

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No Barreiro Secretário de Estado Adjunto e da Saúde reforça importância da criação do Centro Hospitalar do Barreiro/Montijo

Por Jornal Rostos

“É, de facto, uma oportunidade que não se pode perder, é uma oportunidade de melhorar, ainda mais, os serviços do Barreiro, mas sobretudo, uma oportunidade de aumentar e melhorar os serviços na Unidade do Montijo, numa lógica que só pode ser de funcionamento articulado, de funcionamento conjunto. O resultado deste Centro Hospitalar, como temos múltiplos exemplos pelo país fora, é potenciar, aproveitar as economias de escala e oferecer mais e melhores serviços à população”, afirmou o Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, referindo-se à recente concretização da criação do Centro Hospitalar do Barreiro/Montijo, EPE, através da fusão entre Hospital de Nossa Senhora do Rosário e o Hospital do Montijo.

Francisco Ramos deixou, também, uma palavra de reconhecimento público e incentivo aos profissionais do Hospital, pelo trabalho desenvolvido e, também, pelo empenho em dar responder às necessidades da população.

“Lançámos o programa de procriação assistida e o Barreiro lá estava. Fizemos o desafio aos nossos hospitais de criar, também, nas suas instalações Unidades de Cuidados Continuados e lá estava o Barreiro e o Montijo. Isto revela, de facto, que o Hospital está vivo, é dinâmico, responde aos desafios e dá resposta aos cidadãos. Isso é de saudar”, afiançou.

Reforçando a importância de os hospitais serem capazes de dar resposta à área dos Cuidados Continuados, Francisco Ramos ressalvou, contudo, que ainda há muito trabalho a fazer.

“A Rede de Cuidados Continuados é uma resposta, exactamente, ao problema do envelhecimento da população. É a oferta adequada e correcta aos problemas de idosos, que não precisam de estar em hospitais, nem têm condições para estar em casa, temporariamente”, referiu, destacando que a Rede de Cuidados é uma mais-valia para o Serviço Nacional de Saúde. “A rede de Cuidados é uma nova resposta a novas necessidades, que foi possível desenvolver com a ajuda das Instituições Particulares de Solidariedade Social, mas também, cerca de 15 por cento dessas respostas estão nos nossos hospitais, e isso é um sinal muito positivo de que os hospitais do Serviço Nacional de Saúde são capazes de se adaptar, são capazes de mudar, e criar as respostas adequadas para as novas necessidades. Temos ainda muito trabalho a fazer”, concluiu.

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