Partido Socialista - BARREIROAmílcar Romano, presidente da Concelhia do PS Barreiro
«Não posso dizer que fiquei satisfeito com este desenvolvimento»
"Tirando a questão do pelouro existe sintonia com o PS. Não vou mudar de ideias nem de partido, mas entendi que devia aceitar o pelouro. Foi uma decisão pessoal pois em consciência não podia abdicar", disse à Lusa, Nuno Santa Clara Gomes.

Por Jornal Rostos
Segundo o líder concelhio do Partido Socialista, em declarações à Lusa, este, confirma a notícia que divulgámos em primeira mão, que a Comissão Política do PS Barreiro retirou a confiança política ao seu cabeça de lista nas eleições autárquicas, pelo facto de Nuno Santa Clara Gomes ter aceite um pelouro.
"Em reunião da Comissão Politica foi feita uma votação onde a esmagadora maioria decidiu pela não aceitação de pelouros", disse à Lusa, Amílcar Romano, confirmando notícia que o “rostos” já tinha divulgado.
Amílcar Romano, salientou à Lusa que os três vereadores eleitos pelo PS apresentaram uma contra-proposta ao presidente da Câmara Municipal do Barreiro, Carlos Humberto, sobre a questão dos pelouros, mas não obtiveram resposta.
"A contraproposta foi entregue por escrito mas não obtivemos resposta, o que consideramos uma falta de respeito. Esta contra-proposta foi aprovada por todos os vereadores do PS e reflectia não uma posição individual, mas uma posição dos vários órgãos do partido", disse o líder concelhio do PS à Lusa.
"O PS não concorda que se aceite pelouros nestas condições e não podia compactar com posições individuais, por isso retirou a confiança politica a Santa Clara Gomes. Estive muito envolvido na escolha do cabeça de lista, foi a melhor opção, mas não posso dizer que fiquei satisfeito com este desenvolvimento" – rerferiu à Lusa Amílcar Romano..
Santa Clara Gomes confirmou, ontem ao “Rostos” que aceitou pelouro e que está a trabalhar.
"Tirando a questão do pelouro existe sintonia com o PS. Não vou mudar de ideias nem de partido, mas entendi que devia aceitar o pelouro. Foi uma decisão pessoal pois em consciência não podia abdicar", disse à Lusa, Nuno Santa Clara Gomes.













